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quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Frio de Dezembro

Sou friorenta. Tenho sempre os pés, as mãos, o rabo e o nariz frios no Inverno. Visto roupa às camadas e abuso dos casacos. A primeira coisa que faço quando chego a casa á noite é tomar um banho para aquecer e ficar confortável. 
Ainda assim, não me parece que seja exageradamente friorenta, tipo aquelas pessoas que andam de camisolas interiores e luvas e gorros. Sou uma pessoa que se sabe adequar ao tempo lá fora.
Posto isto, faz-me uma confusão imensa ver pessoas nesta altura do ano de manga curta ou pior. Olho aqui para uma moça que trabalha comigo e eu estou de camisola de meia gola e uma echarpe. Ela esta de singlete (alças). 
Assim, numa rápida análise, dá para perceber que ela não é normal. Está frio, toda a gente percebe que não estamos no tempo para certas indumentárias.
Eu bem sei que há pessoas que têm sempre muito calor, mas duvido que  seja o caso. Hoje de manhã o termómetro marcava os 7 graus e logo as 8.30h ela já estava de manga curta. Desculpem mas não entendo. Um bocadinho de bom senso se faz favor.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

A revolta das manhãs

Já me resignei a muita coisa na vida. Resignei-me à não colocação da mesinha em frente à televisão, resignei-me a não ter sempre a casa um brinco, resignei-me a não fazer planos a toda a hora, a não calcular tudo ao detalhe.
Resignei-me. Entreguei-me a estas e outras coisas que não posso mudar e que se torna tão mais fácil se apenas as aceitarmos.
Mas há uma coisa que ainda não me consegui resignar. O facto de me ter que levantar cedo todas as manhãs.
À Segunda-feira então é um sacrifício ainda maior que o sacrifício ao longo da semana. Revolto-me sempre, todos os dias e não há maneira de eu aceitar que a vida é assim, que temos que nos por a pé cedo da cama para ir para o trabalho.
E não é fácil, não. Adorava ser daquelas mulheres que acordam com um sorriso nos lábios, bem dispostas, prontas para enfrentar o dia. Eu não. Basicamente que ninguém fale para mim antes das 10h da manha, ou até durante toda a manha.
E não. Não é uma questão de hábito porque já me levanto cedo há mais de 30 anos e ainda não me habituei.
Não sei se haverá cura para este flagelo, senão resta-me esperar pela reforma.

terça-feira, 8 de maio de 2018

Piolhos do demo- parte II

Depois de já há alguns anos não acontecer, eis que aconteceu e em força.
Piolhos.
Já tinha dito aqui o quanto odeio estes pequenos patudos.
Desta feita, o meu filho ganha de novo um novo núcleo piolhento na sua cabeleira. Ja fiz 2 tratamentos e não funcionou, continuam ali. Os pais eu tiro bem com o pente, mas continuam a sair os bebes. E os bebes são perigosos porque crescem e reproduzem-se que parecem coelhos.
Enviado e-mail para a escola para os outros paizinhos verem as cabeças dos seus filhos, porque não adianta eu limpar a do meu, se os outros continuarem a ter. Vão -lhe pagar de novo.
Hoje nova limpeza.
Ai vida!

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Recadinhos


Acho mesmo graça a casais que quase não se falam em casa, que não se podem ver, já se separaram uma dúzia de vezes,  e no Facebook são o casal mais apaixonado, amoroso e cúmplice que há.
Sou consumidora do Facebook é verdade, gosto de por algumas fotos e gosto de ver o que lá se passa, mas há limites para o ridículo. Já não tenho paciência para ver as pessoas mandarem "recadinhos" sob a capa de um post qualquer aparentemente inofensivo a toda a hora,  e de certeza que não tenho paciência para o desfile que muita gente põe com fotografias nas Caraíbas, no famoso restaurante X, ao pé do fantástico Iphone que o namorado ofereceu ou mostrar os filhos que são verdadeiros modelos de educação... Não digo que as pessoas não possam partilhar fotos das férias ou do que bem entenderem, mas, sem competição, sem maldade e sem segundas intenções.
Partilhem o amor, sim, mas mais importante que isso sejam REALMENTE felizes!



quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Ódios

Se há coisa de detesto é que pseudo-amigas me tratem por "minha querida", "fofa" ou "doce".
As minhas amigas não o fazem e são minhas amigas, quanto mais colegas que não tenho qualquer tipo de relação a chamar-me de "querida".
E quando ligas para algum lado (a nível profissional) e do outro lado atende alguem que nunca viste e nunca falaste na vida e te pergunta "Esta tudo bem?" . O que é que a pessoa esta á espera, que a gente começe a desbobinar sobre o que vai de mal na nossa vida?
Pior ainda, é estares a ter uma conversa com aquela pessoa que adora colar-se a nós, enquanto fala. E que te toca no braço, e puxa a mão. E tu olhas para o lado e a pessoa da-te logo aquele "toque" manhoso no braço.
Eh pá, oh pessoas... menos. Muito menos.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Aos preconceituosos.

Sei que sou boa pessoa.. Não tenho vergonha em o dizer e não preciso de o explicar. Sei no meu intimo que detesto injustiças, não faço mal a uma mosca, detesto faltas de respeito e preconceitos infundados.
Não sou nenhuma santa.
Também gosto de uma boa fofoca, faço uma boa critica e confesso que ás vezes julgo as pessoas por uma primeira impressão. 
Tive uma boa educação e acredito que as pessoas são, em grande parte, o resultado da educação que tiveram, dos exemplos que vêm em casa. 
Mas como já disse, não sou nenhuma santa. Todos temos preconceitos nem que sejam pequenos e nem que os saibamos disfarçar muito bem. Duvidamos sempre daquele indivíduo que acabou de sair da prisão, temos medo dos ciganos, e isso já está a ser um preconceito.
Mas, na minha visão, são preconceitos que não prejudicam, ou seja, não estão ali para criar a maldade, não estás a maltratar ninguém, não estás a faltar ao respeito a ninguém.
Vejo cada vez mais, que as pessoas são más umas para as outras, uma maldade que lhes dá um certo prazer mórbido de magoar o próximo. 
Os insultos e maus tratos a lésbicas, gays, aos demasiado magros, aos gordos, aos pretos. Isso enoja-me. A maldade pura que se esconde tantas vezes por detrás de carinhas de anjo.

 

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Títulos falsos

Portugal é mesmo um país de gente importante. Estamos cheios de doutores e engenheiros. É um país que adora títulos!
Adoro aquelas pessoas que se apresentam com o Dr. ou Dra. á frente. Como quando ligam para a empresa onde trabalho e pedem para falar o Engenheiro X. Não teria tanta graça se a pessoa X não fosse sequer engenheiro ou Dr. ou seja lá o que for. Já dei comigo a corrigir as pessoas.
Também é comum telefonarmos para algum lado e dizermos "Queria falar com o Paulo Costa". Depois de uma pausa, a pessoa do outro lado corrige-nos "Queria falar com o Doutor Paulo Costa?". Sim, é com esse mesmo, é que isso faz toda a diferença. Se não dissermos Doutor, podem eventualmente confundir a pessoa com quem queremos falar com outro qualquer dos 50 Paulo Costa que trabalham lá. Poupem-me.
Há uma necessidade enorme  de exibir os títulos, no nosso país. Não sei se é por uma questão de vaidade, ou de falta de modéstia.
Em Portugal somos todos doutores, mesmo que não o sejamos.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

O lado perverso das mulheres

Acho piada ás mulheres. São do mais invejoso que há e nisso ninguém as bate. E quando se cruzam com mulheres que queiram ficar em forma, então isso é o descalabro total.
Mulheres que gostam de treinar, que fazem ginástica regular ou que a queiram começar a fazer, para ter um corpo mais bonito e elegante, são basicamente mulheres "a abater".
Tudo é criticado, as novas escolhas alimentares, as restrições, e vêm os ataques. "Ai se eu deixava de comer pão!", "Estás a ficar obcecada."
Nenhuma mulher suporta que fiques mais magra que ela, ou com uns abdominais mais definidos, então as opções serão juntar-se a ti, e aí treina para o mesmo objectivo, ou, criticar. Basicamente deitar abaixo tudo o que fazes ou tentas fazer.
As mulheres são competitivas por Natureza e essa competitividade é afectada quando se cruzam com outra que teve, no fundo mais ousadia para fazer as coisas que a primeira gostaria de fazer mas não tem coragem.
Não há um mundo cor de rosa, onde as mulheres sejam na totalidade: amigas verdadeiras, confidentes e honestas. Em algum momento elas vão cobiçar, ficar com aquele bichinho a morder la dentro que as lembra que a amiga do lado é mais magra, mais bonita ou tem um marido melhor que a compreende e ajuda.

É assim e não há volta a dar. Ignora, vira a página e sê aquilo que queres ser.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Comprinhas na cidade

Eu sei que o comércio tradicional vive momentos muito difíceis. 
Todas as estratégias para captar a atenção dos clientes e atraí-los para a loja, são necessárias.
Hoje em dia e com os grandes Shoppings, muita gente foge para lá e as pequenas lojinhas da terra ficam esquecidas e sem facturar!
Mas isto a propósito daquela regra de quando entras numa loja e a pessoa te diz: "olá, boa tarde, posso ajudar?". Isto é normal, aceito perfeitamente, outra coisa é o desespero.
O desespero normalmente aparece nas tais pequenas lojas que querem tanto vender que se tornam.... chatas!
Fico logo nos arames quando entras e se dirigem a ti com um: Olá minha querida! 
Odeio quando estás a tentar ver qualquer coisinha e a funcionária ou mesmo a dona se põe a mexer na roupa ao teu lado e a murmurar palavras como "esta é um espectáculo" ou  "um luxo" e disparates do género. A gente só quer poder escolher uma peça de roupa em paz.
Faz-se ali naqueles instantes uma pressão psicológica tal, que a primeira vontade que me assombra é sair porta fora.  E eis que ainda ouves um : "então menina, não gostou daquele casaquinho? Ia ficar-lhe tão bem!".

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Lidar com os invejosos

Mais uma vez falo nisto porque é mesmo real. O facto de estares bem, feliz, incomoda as pessoas.
Infelizmente, o mundo está cheio de gente incapaz de aceitar que és mais feliz que eles. Cada vez menos pessoas sabem lidar com o facto da pessoa do lado está bem. 
Sentir felicidade devia ser um  direito tão sagrado quanto estar triste. É igual. É obvio que toda gente feliz merece poder mostrar que está feliz.
O problema aqui é que é muito perigoso anunciar aos quatro ventos a nossa felicidade. Muitas vezes mais vale mostrar preocupação, tristeza, porque pensando bem, ninguém inveja tristeza,desespero, contas por pagar, casamento infeliz.
No entanto toda a gente inveja um casamento em que as pessoas se entendem e respeitam, empregos em que te sentes realizada, filhos mais bonitos que o teu. 
Mais uma vez repito. O segredo para a felicidade passa pelo silêncio.


quinta-feira, 21 de setembro de 2017

O peso na menstruação



Fico desiludida quando me vou pesar, como hoje e vejo que o meu peso continua exactamente igual ao que tinha antes de começar a  fazer ginástica.
A verdade é que fico desiludida porque sei que emagreci, noto na roupa e noto no meu volume corporal. Também já me tinha pesado a semana passada e visto que efectivamente tinha emagrecido.
Então o que se passa? Voltei a engordar?
Depois de pensar um pouco nisso percebi o que é. Na semana antes de me vir o período o meu peso oscila sempre.  
 É realmente um problema muito comum o aumento de peso durante a menstruação. É normal ficarmos inchadas e a balança pode aumentar até 2kgs durante a menstruação.   O problema aqui é que como estamos mais sensíveis nesta fase, achamos sempre que todo o trabalho tem sido em vão e que já engordamos de novo.
Eu sei que passo por isso todos os meses,  já que fico muito inchada na barriga no período menstrual, mas aos poucos fui percebendo que isso era comum e que dias após a menstruação tudo volta ao normal.
Fica a dica: pesar somente após 4 dias que a menstruação acabou pois assim o corpo já voltou ao normal e a balança vai –nos informar certinho do nosso peso real.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Escola a começar

Já compraram os livros e material escolar? Esta semana vai ser a loucura ao corre-corre de papelarias e superfícies comerciais! O ano passado passei 2h numa fila só para pagar. 
Depois não digam que não vos avisei. 

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Das maldades gratuitas

Vejo a toda a hora noticias de gente a maltratar animais, a tortura-los. 
Eu adoro animais, são puros, dão-nos amor incondicional. Noticias de gente fraca que faz tanto mal a animais revolta-me. Desde noticias de alguém que prendeu um cão ao carro e arrastou a alta velocidade, noticias de alguém que cortou (sim, cortou) uma pata a um cão e o atirou ao rio á sua sorte, noticias destas infelizmente são aos molhos.
Sinto repulsa e mesmo nojo por todos aqueles que são capazes de fazer mal a um animal, só porque sim.
Nunca neguei a morte de um animal para alimentação humana. Pá, sei que se passam coisas horríveis nos matadouros, quero pensar que cada vez menos, que tudo esta a evoluir e que na maior parte deles os animais são mortos sem dor. Gostava de ter a coragem de não comer animais, mas não a tenho. Mas sinceramente, esta maldade gratuita é das coisas que mais me perturba. 

terça-feira, 27 de junho de 2017

Coisas que me enervam



- Alcunhas. É rara a alcunha que tenha piada.
- Gente bronca.
- Palavrões. Mas ás vezes também os digo, confesso.
- Gente incapaz de fazer um elogio.
- Deitarem uma pessoa abaixo, mesmo que seja na brincadeira.
- Gente que come de boca aberta.
- Cuspir para o chão. Nojento.
- Gente que não gosta, maltrata ou ignora animais.
- As coçadelas em público.
- Gente que rói as unhas.
- Mães que usam palavras como “bumba” e “au-au” para água e cão.
- Pessoas que acham que sou burra.
- Violência de qualquer tipo.
- Humilhações.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Ainda sobre Pedrogão Grande



Não consigo entender porque é que quando acontece uma desgraça, as pessoas têm sempre que arranjar um culpado.
As desgraças são mesmo isso, são desgraças, são combinações de coisas más, são fenómenos inexplicáveis, são uma combinação de coisas terríveis.
Ontem na TV estava uma senhora a dizer que a GNR mandou todas aquelas pessoas seguir pela N236 directamente para o fogo. Mas alguém acredita que se a GNR soubesse que a estrada estava em perigo estava a mandar para lá todos os carros? Com idosos, adultos, crianças?
Outra senhora estava a culpar os Bombeiros que não os foram socorrer. Os Bombeiros não se conseguem multiplicar. Já muito fazem eles, mal pagos, muitas vezes sem condições e a correr risco de vida. Estradas sem acessos, bens escassos e poucos Homens.
Critica-se o Presidente da Republica porque foi lá dar um abraço. Minha gente, ele fez mais do que qualquer outro presidente anterior, que ficaria a lamentar o sucedido no sofá da sua sala. Ele foi lá, pediu para o levarem ao local, nem que fosse num carro de Bombeiros, e sim, um abraço é importante nestes momentos. Um abraço, uma palavra. O saber que está ali alguém que se preocupa.
Não podemos estar a arranjar bodes expiatórios. Foi uma desgraça muito grande o que aconteceu. Segundo muita gente, um fenómeno nunca antes visto que desencadeou o fogo naquela zona e naquela estrada em minutos.
Só há uma coisa que não consigo entender ainda muito bem. Havia muitas pessoas que estavam em Castanheira de Pera, num Hotel, no centro. Aparentemente em segurança. Porque é que decidiram fugir precisamente para o meio do monte onde andava o fogo?
Custa-me mesmo entender, mas muitas vezes com o desespero as pessoas não conseguem tomar decisões, ficam assustados, baralhados e confusos. O medo paralisa. É assustador e ainda me custa dormir de noite ao pensar na aflição de quem lá perdeu a vida, pessoas e animais, e dos que perderam tudo.
Vejam esta noticia Aqui

quinta-feira, 8 de junho de 2017

A maldita TPM

Nunca tive disto. Sempre fui uma mocinha calma, controlada, pacata e certinha. Agora com 38 anos tenho sempre, todos os meses as piores TPM de que há memória na minha história.
Nunca sei se chega uns dias antes ou durante o período mas espero é que não dure muito. Estou com cara pálida, barriga inchada, sono e irritabilidade. Tudo o que me dizem e tudo o que não me dizem faz crescer o pior de mim. Consigo discutir com toda a gente sem motivo nenhum.
Espero que isto passe depressa que eu própria já não me consigo aturar com este humor amoroso.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Da estupidez que nos rodeia...

A noite passada fui alvo de uma maldade no meu carro. Só porque alguém, por alguma razao inóspita, não conseguiu estacionar onde queria. Ou talvez quisesse aquele especifico lugar, não sei.
Essa maldade vai-me sair da carteira e a pessoa que a fez um dia irá tropeçar numa das raízes de maldade que deixa por onde passa.





segunda-feira, 6 de março de 2017

Bofetadas da vida



Não me é fácil compreender as pessoas. Não me faço de melhor ou pior que ninguém, que não o sou, mas não compreendo porque tantas vezes as pessoas gostam de dizer coisas que sabem que te magoam e ferem. Eu não faço isso. Tantas vezes fico com coisas entaladas e por dizer, por ser educada e não querer magoar ninguém. Talvez se eu fosse mais agressiva verbalmente ou mais directa ou quem sabe mesmo mais franca, as pessoas me respeitassem mais.
Os ciúmes são a principal fonte, as pessoas não conseguem lidar com isso, a inveja e tantas vezes também o sucesso da outra pessoa. Não conseguem digerir, começam a não dormir de noite e a pensar só naquilo, até chegarem ao momento de ter que explodir e aí dizem o que querem sem olhar a meios ou fins.
Estes dias fizeram-me mais uma. Mais uma de tantas outras, e mesmo sabendo como são as pessoas, e se calhar lá no meu intimo até estar á espera, magoou-me. Entristeceu-me de uma maneira se calhar irremediável. No momento fiquei mal, chorei e desabafei.
Hoje sei que se sentem ciúmes, é porque realmente devo ser uma pessoa importante, se calhar sou mesmo, alguém de quem se deva ter ciúmes e inveja. E se o sentem, então devo estar mesmo a fazer algo bem e devo estar a crescer e a ser alguém.
Há quem diga que sou brandinha, fraca. Se calhar sou, mas é a minha maneira de ser. É assim que sou na minha essência e tenho que me orgulhar disso. Tristes são essas pessoas que se sentem bem a fazer o mal.
Hoje estou mais forte e determinada. Sou muito mais eu!


terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

De outros Carnavais

Em pequena achava relativa piada ao Carnaval. Penso que gostava apenas porque era um dia em que vestia algo diferente (nunca fui dada a máscaras) e saía a passear com os meus primos.
A minha mãe sempre me vestia de Lavradeira de Viana. Por mais que tente recordar-me de algum ano em que fui diferente, não consigo.
Hoje não gosto do Carnaval.
Pessoas adultas que se vestem de tudo e mais alguma coisa e que fazem o que querem com o lema estúpido de: "É Carnaval ninguém leva a mal." Eu levo. E não gosto, não gosto de ser assustada por gente de cara tapada, não gosto que me façam cocegas sem eu saber quem é, e não gosto que dêem com coisas na cabeça com o pretexto de que é engraçado.
Carnaval, para mim...... vale pelo feriado!