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quinta-feira, 8 de junho de 2017

A maldita TPM

Nunca tive disto. Sempre fui uma mocinha calma, controlada, pacata e certinha. Agora com 38 anos tenho sempre, todos os meses as piores TPM de que há memória na minha história.
Nunca sei se chega uns dias antes ou durante o período mas espero é que não dure muito. Estou com cara pálida, barriga inchada, sono e irritabilidade. Tudo o que me dizem e tudo o que não me dizem faz crescer o pior de mim. Consigo discutir com toda a gente sem motivo nenhum.
Espero que isto passe depressa que eu própria já não me consigo aturar com este humor amoroso.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Da estupidez que nos rodeia...

A noite passada fui alvo de uma maldade no meu carro. Só porque alguém, por alguma razao inóspita, não conseguiu estacionar onde queria. Ou talvez quisesse aquele especifico lugar, não sei.
Essa maldade vai-me sair da carteira e a pessoa que a fez um dia irá tropeçar numa das raízes de maldade que deixa por onde passa.





segunda-feira, 6 de março de 2017

Bofetadas da vida



Não me é fácil compreender as pessoas. Não me faço de melhor ou pior que ninguém, que não o sou, mas não compreendo porque tantas vezes as pessoas gostam de dizer coisas que sabem que te magoam e ferem. Eu não faço isso. Tantas vezes fico com coisas entaladas e por dizer, por ser educada e não querer magoar ninguém. Talvez se eu fosse mais agressiva verbalmente ou mais directa ou quem sabe mesmo mais franca, as pessoas me respeitassem mais.
Os ciúmes são a principal fonte, as pessoas não conseguem lidar com isso, a inveja e tantas vezes também o sucesso da outra pessoa. Não conseguem digerir, começam a não dormir de noite e a pensar só naquilo, até chegarem ao momento de ter que explodir e aí dizem o que querem sem olhar a meios ou fins.
Estes dias fizeram-me mais uma. Mais uma de tantas outras, e mesmo sabendo como são as pessoas, e se calhar lá no meu intimo até estar á espera, magoou-me. Entristeceu-me de uma maneira se calhar irremediável. No momento fiquei mal, chorei e desabafei.
Hoje sei que se sentem ciúmes, é porque realmente devo ser uma pessoa importante, se calhar sou mesmo, alguém de quem se deva ter ciúmes e inveja. E se o sentem, então devo estar mesmo a fazer algo bem e devo estar a crescer e a ser alguém.
Há quem diga que sou brandinha, fraca. Se calhar sou, mas é a minha maneira de ser. É assim que sou na minha essência e tenho que me orgulhar disso. Tristes são essas pessoas que se sentem bem a fazer o mal.
Hoje estou mais forte e determinada. Sou muito mais eu!


terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

De outros Carnavais

Em pequena achava relativa piada ao Carnaval. Penso que gostava apenas porque era um dia em que vestia algo diferente (nunca fui dada a máscaras) e saía a passear com os meus primos.
A minha mãe sempre me vestia de Lavradeira de Viana. Por mais que tente recordar-me de algum ano em que fui diferente, não consigo.
Hoje não gosto do Carnaval.
Pessoas adultas que se vestem de tudo e mais alguma coisa e que fazem o que querem com o lema estúpido de: "É Carnaval ninguém leva a mal." Eu levo. E não gosto, não gosto de ser assustada por gente de cara tapada, não gosto que me façam cocegas sem eu saber quem é, e não gosto que dêem com coisas na cabeça com o pretexto de que é engraçado.
Carnaval, para mim...... vale pelo feriado!


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Assistência desnecessária

O acto de ir ao WC devia ser íntimo e solitário. É um momento nosso, em que queremos estar á vontade e não com publico.
Não é o meu caso… No meu local de trabalho há apenas uma casa de banho, mas com 2 divisões. 2 sanitas, vá. 
Sempre que lá vou, há sempre alguém que vem atrás de mim. Nós temos por norma implícita que quando esta la uma, a outra não vai, aguarda um pouco e vai a seguir. Comigo não.
Se vou à sanita, entra logo uma colega para a sanita ao lado (divisível apenas com uma porta e sem teto, portanto onde se ouve tudo). E ali estamos, á espera que o xixi da outra comece primeiro.
Não podemos soltar Pus, nem tão pouco evacuar pois aí então é que a privacidade ia por água abaixo.
De tal forma isto se tornou um hábito, o facto de ser "seguida"  que quando vou ao WC no trabalho, olho sempre em volta a ver se irei ter assistência….
 
 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Das criticas maldosas

Há dias encontrei umas colegas que estavam a criticar outras só porque sim. O que vestem, o que dizem, o que fazem, onde vão. Tudo servia para a crítica.
Não gosto de dizer mal das pessoas, não sou propriamente a Miss simpatia que anda por a mostrar os dentes a toda agente, e muita gente não gosta de mim logo quando me conhece, mas também não ando aí a dizer mal por dizer. Gosto de ser como sou, não sou obrigada a gostar de toda a gente e muito menos gosto de ser hipócrita.
Muita gente anda por aí, a mostrar um sorrisinho e é só amores, e por trás é o piorío naquela boca. Na minha opinião essas pessoas acabam sempre por se dar mal.
Essas pessoas que por belo prazer dizem mal de outras, criticam e gostam de mostrar uma atitude de superioridade, normalmente o que sentem é inveja. Aquele bicho que corrói, que está ali dentro delas e que muitas não conseguem disfarçar. 
Pois é, como eu acredito que na vida o que se dá, recebe-se, acredito que essas pessoas um dia acabam por engolir em seco.
 
 

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Fumos

Quando conheci o meu marido ele fumava. E fumava imenso. Não me incomodava, o meu pai na altura também fumava e o cheiro do tabaco era uma coisa banal para mim.
Um dia, o meu marido encheu-se, do fumo, do dinheiro que gastava e do cheiro do tabaco e de um momento para o outro, não comprou mais cigarros. Assim, simples.
Passaram-se 3 anos sem fumar e as diferenças foram notórias. A pele ficou mais bonita, menos baça, as roupas não cheiravam a fumo, o perfume que colocava sentia-se mais, recuperou o peso.
De repente e por consequência de mudança de emprego começou de novo a fumar até ter um problema grave de saúde em que o médico o proibiu de fumar. Deixou de novo. Voltou a pele bonita e saudável. Mas foi sol de pouca dura. O tabaco voltou à sua vida e agora mais em força. Primeiro 2 cigarros por dia, agora 1 maço.
Quando penso nisso, acho que ele nunca fumou tanto como agora. Hoje em dia já não faço tanta pressão, que sei que não leva a lado nenhum. Ele só deixará no dia em que realmente quiser deixar.
Adorava que as pessoas pensassem um pouco no quão tóxico é inalar fumo. No mal que faz à saúde. E a ti particularmente amor, que sabes que não o podes fazer.






quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

É preciso falar sobre isto

Leio tristemente mais uma noticia da descoberta de mais um lar, que foi agora  fechado por falta de condições para os idosos que la habitam.
Ainda há dias um outro lar, foi  alvo de uma investigação onde foram recolhidas imagens brutais, más e desumanas que mostravam como são eram tratadas as pessoas com deficiências mentais que la viviam.
Desde fome, sede e violência física e psicológica, tudo acontecia.

Não tenho palavras para descrever a profunda tristeza que isto me dá. Pessoas com debilidades físicas ou psicológicas e idosos, pessoas que precisam, em ambos os casos de se sentir acarinhadas e seguras, são constantemente maltratadas, abusadas e humilhadas.
Depois de uma vida de trabalho, de lutas e sacrifícios, ou de uma vida limitada pela frente, são largados em lares sem a mínima condição, clandestinos, lares que muitas vezes os familiares escolhem para pagar menos.
Sei que é caro, sei que muita gente não tem condições de colocar os seus familiares em melhores locais, locais certificados, mas vigiem, caraças! Visitem, procurem saber, apareçam de surpresa! São os vossos pais, mães, irmãos que ali estão, que estão no fim (ou inicio) da vida e merecem algum carinho e conforto.
Esta realidade existe e existe bem próximo de nós, não podemos fechar os olhos e voltar a cara!
Para essa gente que tem coragem de fazer essas maldades nem palavras tenho. Não são seres humanos, são... algo muito mau, fraco e mesquinho. Um dia terão o vosso retorno.



segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Ás segundas feiras

Com o tempo, devíamos aprender a gostar das segundas-feiras e a perceber que elas são como um primeiro dia do ano, só que todas as semanas!
As segundas-feiras são pequenos reinícios, recomeços e oportunidades que nos são oferecidas para começar de novo, para encarar os cinco dias que temos pela frente como cinco novas oportunidades de fazer tudo o que planeámos, tudo o que queremos e tudo o que nos fará mais felizes.
Se isto é assim, porque é que eu continuo a detestar as segundas- feiras?
 
 
 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

O juiz


Há pessoas que se julgam superiores, isso, toda a gente sabe e toda a gente na vida já encontrou alguém assim. Pessoas que que acreditam que são melhores, mais inteligentes e que estão claramente em vantagem, seja pelo emprego que tem, pelo aspecto, pelo dinheiro. São pessoas que grau de arrogância que têm e o ar de superioridade, não merecem sequer que percamos tempo em falar com elas.
Já aqui referi várias vezes que acredito que tudo o que fazes, seja bom ou mau, durante a tua vida, a curto ou a longo prazo, te retornará. A vida é impiedosa e devolve-te sempre o que ofereces. Conheço vários casos assim. Se espalhas amor, compreensão, perdão, se te importas com as pessoas, a tua vida será presenteada com coisas boas. Se espalhas indiferença, se és má, se não te importas com ninguém e se só pensas em ti, a vida te dará no futuro exactamente isso.
Infelizmente algumas pessoas só aprendem e percebem a lição, quando lhes é devolvido o que toda a vida ofereceram aos outros.
Penso que é o foco no curto prazo, no dia de hoje apenas, que deixa as pessoas cegas,  sedentas de ambição, passando por cima de tudo, amigos, família,..., deixa as pessoas más, sem sentimentos para os demais, gananciosas e vingativas. Mas essas pessoas esquecem-se que o mundo dá voltas. O meu marido costuma dizer que o tempo, o tempo dá a resposta e a razão para tudo.
No fundo, todos somos livres de tomar as nossas atitudes, mas não estamos livres das consequências. Más atitudes com os demais causam sempre impacto, e a verdade é que o tempo é um juiz muito sábio. Apesar de não emitir a sentença imediatamente, mais tarde irá dar a razão para quem realmente a tem.


segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Das segundas feiras...

Normalmente a segunda feira já é difícil por natureza. Porque dormimos pouco no fim de semana, ou porque dormimos mal, ou mesmo porque o próximo fim de semana ainda vem tão longe.
Mas há segundas feiras particularmente difíceis.
De manhã o carro mal pega, está frio, não arranca. Depois de o conseguirmos por a trabalhar, chegamos ao destino e o espaço que é o "nosso" estacionamento há anos, está ocupado! Portanto, não temos estacionamento.
No trabalho só queremos estar sentados no nosso canto a fazer o nosso trabalho e parece que todos tiram o dia para nos aborrecer. É um daqueles dias que em que pensamos :"Bem, já que tenho que

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Quando as coisas acabam

Cada vez mais vejo à minha volta casais que se separam.
Acho muito triste, mas percebo que as pessoas quando não estão felizes, não se acomodem, que lutem por algo melhor para elas, há coisas que terminam, é mesmo assim... ou porque a magia acabou, ou porque simplesmente ambos querem mais.
Casais que já não se suportam, que acham que já não vale a pena lutar mais, decidem ir em sentidos opostos da vida.
O mais triste destas historias é quando esses casais no fim de décadas juntos, ás vezes com uma ligação para sempre (filhos) chegam aquele ponto de já não se poderem ver, de se insultarem, magoarem deliberadamente.
As pessoas esquecem que depois do amor, há algo muito mais sério que liga duas pessoas: o que foram um para o outro. A história que viveram, as palavras que foram ditas e juradas, as promessas que falharam mas também aquelas que se cumpriram. As pessoas esquecem que, em algum instante, foram a ajuda um do outro num momento mau, foram uma inspiração, foram cúmplices e quando de alguma forma ensinaram o outro a ser melhor, a viver, a amar.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

E arde, e arde!

Incêndios e mais incêndios.
Há dias que não se vê mais nada, não se fala de mais nada, não se sente mais nada. Portugal está a arder e eu vejo que nada ou pouco os nossos governantes fazem.
Vemos o desespero no Funchal, vemos o nosso lindo Minho, de verde e virar preto.
Fazemos o que podemos, ajuda-mos, levamos água aos Bombeiros, levamos fruta e barras de cereais mas são eles que para lá vão, dar o litro, lutar até á exaustão, por em risco a própria vida. Mais não podemos fazer a não ser prevenir. Quem tem terras, prevenção será a solução.
Pobres pessoas, pobres animais!
O nosso coração está com eles.


terça-feira, 9 de agosto de 2016

Mais do mesmo!

No Verão a coisa que mais abomino são os incendios. É triste ver o céu manchado de fumo, ver as labaredas ao longe e imaginar aqueles terrenos a arder, bichos a fugir, pessoas a tentar salvar as suas casas. O desespero.
Os nossos bombeiros fazem o que podem, um bem haja para eles e força!
Triste, muito triste.




quarta-feira, 20 de julho de 2016

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Das coisas que detesto!

Se há coisa que não gosto é estar chateada com alguém. Detesto. Sou a primeira a relevar, muitas vezes a dar o braço a torcer.
O problema é que quarto me chateio, chateio mesmo, embirro e corto.
É raro, mas acontece, normalmente até se resolve, quando a pessoa até tem um pouco de bom senso e me dá um pouco de espaço. Depois passa.
Estou numa situação assim com uma pessoa, uma pessoa que me anda a irritar, que me sufoca, que quer mandar em mim, nos meus. É o adulto mais criança que conheço.
Faz birras, amua, quer toda a atenção de toda a gente. Quer tudo á sua maneira, quando o quer e como quer. Pensa que o mundo gira a seu torno e acha-se o melhor do mundo.
O ceder, dar espaço, respeitar vontades e personalidades faz parte da vida adulta, vida que atingimos e temos que aceitar.
Ele vai aprender isso. É uma questão de tempo.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Simba

Nunca falei aqui do caso do SIMBA. O Simba era um cão, um Leão da Rodésia, e fazia parte duma familia. Foi assassinado com tiros de caçadeira por um vizinho que é caçador profissional. Andreia Mira, a dona do Simba, ouviu dois tiros de caçadeira e o ganir de um cão. Por precaução chamou Simba que acabou por aparecer ensanguentado, acabando por morrer nos seus braços. Esta história foi partilhada nas redes sociais  pelo Diogo, marido de Andreia e a história tornou-se viral fazendo deste cão um símbolo da luta contra os maus-tratos a animais.
Quem me conhece sabe o que sinto em relação aos animais, sobretudo em relação aos cães, que adoro.
O dono do Simba nunca desistiu de levar o caso para tribunal e o dia da sentença finalmente chegou. O homem que assassinou Simba foi condenado a pagar 4000 euros de indemnização aos donos do animal. O juiz entendeu que o autor dos disparos agiu deliberadamente mesmo com este a dizer que a intenção dos disparos era afugentar o cão. Fica também proibido de usar uma arma durante o período de um ano. Por outro lado, Diogo Castiço,  o dono de Simba foi condenado a uma multa de 2100 euros por crime de ameaça  e cinco crimes de injúria por ter chamado assassino ao autor dos disparos (que ficou provado que o era!)
"Quando aparecem histórias infelizes como esta surgem sempre comentários de pessoas indignadas. Mas não estão indignadas com a morte do animal. Revoltam-se com o tempo de antena que é dado a um cão. “Simba? Que se f***, é só um cão”, é uma boa forma de resumir o modo de pensar e agir destas pessoas. Pessoas essas que defendem que existem problemas muito maiores por resolver. Este modo de pensar faz com que estas pessoas vejam os maus-tratos a um animal de estimação como algo completamente banal.

Quem já teve um cão, sabe que não é apenas um cão. É um membro da família. E não é tratado como inferior apenas porque ladra. É tratado como mais um. Sofre-se tanto quando está doente como acontece com outro qualquer familiar. Planeiam-se férias a contar com ele. Dizer que é um membro da família é a melhor forma de resumir tudo. E quem já teve um cão saberá o bem que sabe chegar a casa e ser recebido com a maior alegria do mundo. Alegria essa que é pura e despida de interesses pois nada pedem em troca. Sei o que é entrar numa casa e ficar sempre à espera que ele apareça sabendo que isso não irá acontecer.
Quem nunca teve um cão e acha que não passa disso mesmo, de um cão,que experimente ter um. Caso tenham coragem para isso. E predisposição para um amor como provavelmente nunca tiveram nas suas vidas. Ou percam algum tempo a ler relatos, como é o caso deste casal, de pessoas cujas vidas mudaram no dia em que decidiram ter um cão.
Quanto às pessoas que defendem que a morte de Simba não merece destaque porque existem problemas maiores. É um facto que existem problemas maiores. Mas isso não retira importância ao facto de um animal de estimação ter sido abatido com tiros de caçadeira. Não significa que se ignore o problema e que se olhe para o lado aceitando esta barbaridade como algo normal. E isto aplica-se a este caso como a todos os problemas considerados menores. E o problema nunca vão ser os problemas menores. O problema mais grave passa pelas mentalidades menores.”

Fico feliz por este caso  não ter sido ignorado. Houve julgamento e uma condenação por maus tratos a animais. Isto é algo que me deixa contente e com esperança para o futuro. Mas tudo isto sabe pouco. É absurdo que uma pessoa seja condenada a pagar quatro mil euros por ter ficado provado que foi um assassino e que outra seja condenada a pagar 2100 por chamar assassino a quem realmente o é.
Estou feliz por saber que uma pessoa que maltratou um animal foi condenada. Estou triste por saber que o dono do animal foi condenado. E bastante desiludida pelo facto de o tribunal olhar para um cão como um objecto (nas considerações finais, o juiz explicou que não gostou do que foi lendo nas redes sociais e realçou que este caso não “deve ser usado como porta estandarte de coisa nenhuma”. “Ou seja, dono do cão não só foi responsabilizado pelos crimes de injúria como levou uma lição pela forma como tinha lidado com isto nas redes sociais e por ter humanizado o cão. Toda a gente sabe que um cão é um cão, o que não quer dizer que não possa ser tratado como um membro não humano de uma família”, diz o advogado. Para além disso, o juiz “chamou a atenção para o facto do dono do cão o ter deixado à solta, dizendo que o Diogo era culpado na vigilância”).
Estamos tão verdes..... país pequenino com gente pequenina...

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Dias assim...

Hoje é um dia daqueles em que nada me corre bem. O trabalho não corre bem, não estou com paciencia para ninguem e só me apetece enfiar-me na cama, escondida de todos e do mundo.
Hoje não me sinto bem, não estou confiante, não gosto de mim. Sinto-me velha e gorda.
Estou como o tempo.




sexta-feira, 8 de abril de 2016

A graxa e os vomitos que me dá.

E o que eu odeio gente lambe-botas? Gente que precisa dar graxa para ser reconhecida e respeitada.
A vida não funciona assim minha gente, há que ser real. Ontem em mais uma reunião de pais na escola, mães que precisam de dar graxa á professora para os seus filhos terem algum tipo de tratamento especial  não faltavam. Mães que se vêm obrigadas a valorizar os filhos quando mais ninguém o faz. Não há necessidade minhas senhoras, as crianças são o que são, não queiram justificar o facto de terem descido nos testes com o governo ou as pontes ou o tempo. Desceu, é normal. Ninguem é melhor que ninguem.
Os aduladores são a pior espécie de inimigos.