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quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Relembrar é viver

Na semana da Páscoa, era usual a RTP passar a semana toda filmes da Biblia, e da vida Jesus.
Eu confesso que adorava. Lembro-me que estava de ferias e ficava horas em frente é TV a ver esses filmes.
Um dos maiores épicos de todos os tempos, Os Dez Mandamentos de Cecil B. DeMille, é um clássico de cinema, um dos mais bem sucedidos de todos os tempos e ainda hoje é um dos melhores filmes do género. A historia centra-se na vida de Moisés, onde nos mostra como foi o seu encontro com Deus e como liderou o seu povo, então escravos do Faraó, até a liberdade.
Com mais de três horas, tornou-se mesmo assim um sucesso de bilheteira, e foi nomeado para sete Óscares, tendo vencido o de melhores efeitos visuais.
Uma das cenas mais marcantes claro, é a divisão do mar para passar o seu povo. Alguem se lembra?


segunda-feira, 16 de julho de 2018

Relembrar é viver


Modelo e Detective.
Durante cinco temporadas, nos anos 80, eles pareciam a dupla perfeita na televisão. Uma serie bem escrita, com comédia que fazia com que nos divertíssemos muito a vê-la. Contudo, e depois de anos de sucesso, surgiu o boato que quando as câmaras paravam de filmar, o ambiente no estúdio transformava-se em pesadelo. Bruce Willis e Cybill Shepherd mal olhavam um para o outro.
No último ano, 1989, o declínio de “Modelo e Detective” foi inevitável. Willis estava a digerir o sucesso de “Assalto ao Arranho-Céus”, Cybill Shepherd tinha acabado de ser mãe de gémeos e ambos se tornaram incompatíveis.
Ficam as memórias dos anos de sucesso desta fantastica série. Quem lembra?
 

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Relembrar é viver

Transmitido entre 1994 e 2001, o Juiz Decide era um sucesso de audiências, sendo emitido pela SIC ao final da tarde.
Aparecia ali de tudo, problemas entre senhorios e inquilinos, divórcios, partilhas, problemas entre vizinhos, tudo o que possamos imaginar passou por aquele programa. Houve sempre a dúvida se aquilo era tudo real ou tudo era encenado com actores. Não sabemos.
Existiram sempre dois juízes, o primeiro era mais austero e sério, de cabelo grisalho, e o outro, moreno e meio calvo, era um pouco mais afável.
Eu sempre via este programa, na expectativa do que o Juiz iria decidir. Quem lembra?



quarta-feira, 16 de maio de 2018

Relembrar é viver

Parker Lewis (ou Parker Lewis can't lose) foi uma série para adolescentes, divertida, interessante e até com um toque de surrealismo e foi um dos programas mais marcantes da década de 90. A série foi transmitida pela TVI no seu começo e marcou a adolescência de muita gente com as roupas espalhafatosas, mensagens sublimares, elenco com carisma e muita diversão à mistura, eram a receita para um programa de sucesso um pouco por todo o mundo.
A série desenrolava-se no liceu de São Domingo na década de 90, com os vestígios dos anos 80 ainda bem presentes em muitos aspectos da série nomeadamente nas roupas que eram super coloridas e espalhafatosas.
O protagonista da série era Parker Lewis (Corin Nemec), um jovem popular que gostava de desfrutar da adolescência como poucos e que nos narrava as suas aventuras neste liceu. Parker vivia com os seus pais, "Marty" e Judy Lewis que eram proprietários de um videoclube, e com a sua pequena irmã Shelly Lewis, uma das suas maiores inimigas e com a qual estava constantemente a lutar. Na escola andava sempre acompanhado pelos seus dois grandes amigos, Mikey Randall  e Jerry Steiner , que eram bastante diferentes um do outro, enquanto que um era todo rebelde e preferia mais andar de mota e ouvir música rock do que estudar, o outro era um pequeno génio, que ansiava pela atenção dos outros e que tinha todo o tipo de coisas dentro do seu sobretudo.
A protagonizar a série tínhamos ainda a maior inimiga de Lewis, a directora da escola Grace Musso, que queria por tudo expulsá-lo do liceu e não suportava a sua forma de estar e de ser, era também conhecida pelos seus gritos estridentes que partiam os vidros da sua porta a toda a hora. Ela era acompanhada por um rapaz maligno com um ar gótico-vampiresco, Frank Lemmer, que conseguia se teleportar quando queria e era extremamente fiel a Musso.
Era impossível não nos divertirmos a ver esta série, a constante subversão de Lewis às ordens da directora, os seus esquemas para tramar a irmã ou escapar dos seus deveres escolares ou então para fugir de, ou pedir ajuda a, outra personagem importante no liceu, o do enorme Kubiak (Abraham Benrubi), terminavam sempre numa boa gargalhada.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Relembrar é viver

Uma das, muitas, razões para o Nokia 3310 ter-se tornado um enorme sucesso, era o facto de podermos andar sempre a trocar de capas. E isso é uma novidade para aquele tempo.
Isto significava que podíamos andar com um telemóvel que era o mesmo mas que parecia novo de semana a semana, ou sempre que nos apetecesse.Lembro-me de comprar várias e de existirem dezenas de capas para escolher, desde simples de uma só cor, a outras com animais como golfinhos, ou de desenhos animados. Havia de tudo um pouco e o preço era bastante aceitável.


quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Relembrar é viver

Li isto algures estes dias e deu-me uma nostalgia......
Quem se lembra deste brinde da Matutano?
Era uma colecção de brincos de plástico coloridos, que fez a delícia de muitas meninas nos anos 90, inclusivé eu!


quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Relembrar é viver

Nos anos 70 e 80, eram comuns as idas a Espanha, para adquirir produtos que não se conseguiam encontrar por cá, a preços melhores e com mais variedade.
Normalmente ao fim de semana saía um autocarro do centro da cidade e lá iam as "mães" (os pais não iam, não me perguntem porque) ás compras a Espanha.
Lembro-me bem da minha mãe ir algumas vezes e da expectativa que se criava em torno do seu regresso para ver que compras espectaculares teria feito.
As compras normalmente era de mercearia e lembro-me que ela trazia sempre uns caramelos para me dar. Fossem os de pinhão, rijos mas bons, os de nata ou café com leite, que se pegavam ao céu da boca, não havia ninguém que não apreciasse um bom saco de caramelos vindos de Espanha "fresquinhos".

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Relembrar é viver

Hoje vou recordar aqui os cadernos que me apaixonaram nos anos 80. São uns cadernos que tinham um Pierrot na capa. Não tinham nada de especial mas de um momento para o outro só se viam cadernos destes, foi um surto.
E o que eu adorava os meus cadernos do Pierrot?
Alguém também teve um?



quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Relembrar é viver!

Quem lembra daquele que é O anúncio de Natal da geração dos anos 80, o anúncio aos chocolates Fantasias de Natal, com um avô malandro a roubar os chocolates à sua neta enquanto lhe conta uma história? Quando víamos isto na TV já sabíamos que vinha aí o Natal.


terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Relembrar é viver

Um dos maiores clássicos de brincadeiras dos anos 80, o jogo do Stop entreteve diversas gerações de crianças. Não era preciso nada de especial, bastava uma folha de papel, uma caneta e um grupo de amigos.
Depois de sabermos a letra em questão, tínhamos que escrever rapidamente a palavra começada por essa letra na categoria respectiva, até que alguém acabasse em primeiro lugar e gritasse STOP.  O jogo do Stop consistia em criarmos categorias numa folha de papel,  que podiam ser:
Países, Animais, Nomes, Cores, Flores, Objectos e Profissões e preenche-las com palavras começadas pela letra do alfabeto que tinha saído.
 Era um jogo divertido que se fazia nos intervalos da escola, ou nas tardes de Domingo com os primos.
Quem jogou?

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Relembrar é viver

O Teletexto ainda hoje existe, mas vão muito longe os tempos da popularidade quando a RTP lançou o serviço.
Tinha notícias de jornais, informações úteis e guia da programação, anedotas, horóscopo e salas de chat.
 Em Portugal apareceu em 1997, com a RTP a prestar este serviço público, que fez muita pessoa comprar um televisor com sistema PAL, para poder usar este sistema. Os outros canais disponibilizaram também o Teletexto, mas o da RTP era o mais popular.
Ainda é usado hoje em dia, especialmente na legendagem para deficientes auditivos, mas com a popularização da box de televisão, e da internet, está longe do uso que se dava antigamente.
Lembro-me de acordar ao sábado de manha para ir ver as noticias para o Teletexto.




sábado, 11 de novembro de 2017

Relembrar é viver

A Revista Bravo foi um caso de sucesso nos anos 80.
Era uma revista que continha tudo que era noticia acerca dos famosos, fossem eles actores, cantores ou modelos.
O seu sucesso é até curioso, hoje que penso nisso, porque a revista não dava para ler, porque simplesmoente vinha em alemão! O seu sucesso devia-se ao que tinha como fotos, posters e autocolantes que trazia no seu interior.
Vendia-se em qualquer papelaria ou quiosque e não era nada cara.
Os ídolos do momento faziam a alegria dos adolescentes cujos olhos brilhavam ao ver as páginas da revista que faziam sucesso no recreio e nos pavilhões das escolas onde várias alunas e alunos se reuniam a folhear umas páginas de uma revista numa língua completamente estranha e imperceptível.
Hoje a revista ainda existe, até há (ou houve) uma edição nacional, mas está longe do frenesim que provocava em plenos anos 80 por essas escolas.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Relembrar é viver

Hoje lembrei-me de um dos objectos que podíamos encontrar nas aulas de ginástica / educação física, no meu tempo de escola. O Plinto.
Este objecto era um bicho de sete cabeças para mim, sempre o odiei e sempre que podia fugia dele. Já no meu tempo era  pouco usado, dependia dos professores, mas mesmo assim recordo-me de ter aulas onde tinha que fazer o horrível salto por cima disto.
A altura daquilo podia ser ajustada, mas a maior parte dos professores gostava de complicar a coisa, e deixava aquilo de uma forma que era complicado para muitos de nós (Eu) efectuarem um salto em condições. Por norma, havia duas variantes, o irmos a correr, colocar as mãos em cima da almofada (cabeça) do Plinto, e saltar por cima deste, e a outra era dar uma cambalhota com o impulso da corrida.
Do outro lado estava quase sempre um colchão, que mais parecia um tapete, tal a sua grossura, e que não nos inspirava nenhuma confiança para aterrar. Não deixa saudades.


quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Relembrar é viver

A Thermotebe ficou famosa pelos seus anúncios televisivos na década de 80, que acabavam por ser divertidos com a sua abordagem às características do produto em questão.
As camisolas interiores Thermotebe eram um produto da fábrica de têxtil Tebe, situada aqui em Barcelos e que em 1972 passou para as mãos de um empresário Francês mas manteve-se fiel ao seu espírito e tradição nacional. Existiram pelo menos 4 anúncios desta camisola, todos eles populares e que ficavam no ouvido de todos, sendo o mais popular aquele que afirmava “Frio? Eu não tenho frio! Eu uso uma Thermotebe e o meu pai também!”.
Existia um com um pelotão do exército a treinar em condições climatéricas rigorosas, mas a afirmar que não tinha frio nenhum por causas destas camisolas. Outro ainda mostrava um pai e um filho unidos e a afirmarem que não tinham frio, mesmo estando num acampamento ventoso, e por fim um sr de bigode mostrava-nos de uma forma decisiva as vantagens de usar uma camisola Thermotebe, em especial por causa da sua função turbo eléctrica que nos protegia do frio.
Eu tive uma e vocês?



quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Relembrar é viver

Tieta foi uma das melhores telenovelas de todos os tempos, e uma das minhas preferidas. Foi um dos maiores sucessos da Rede Globo, e por cá aconteceu o mesmo, com o público a ficar completamente fascinado com tudo, com os mistérios da caixa branca da Perpétua, ou da Mulher de Branco, a divertir-se com as malandrices de Osnar, os comentários de dona Milú ou então com os ataque de dona Amorzinho.
Com 196 capítulos, apresentou assim uma trama leve e que se desenvolvia a bom ritmo, tendo sido transmitida pela RTP ás 20h15, entre Outubro de 1990 e Maio de 1991.
A história passa-se em Santana do Agreste, uma vila, que vive alimentada por um gerador (que se desliga às 22h) e que recebe os seus visitantes e correio numa carrinha que nem sempre funciona a 100%.  No começo vemos vários flashbacks que mostram como Tieta (Claudia Ohana nos flashbacks e Betty Faria na trama principal), é escorraçada da cidade pelo seu pai Zé Esteves (Sebastião Vasconcelos), que odeia o seu modo libertino de viver a vida e que vai contra os seus princípios de vida, a pastorear as suas cabritas.
Diverti-me muito com esta novela, revendo com prazer quando foi repetida pela SIC. Uma maravilhosa banda sonora, um genérico sedutor e uma história fantástica e bem divertida.



 

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Relembrar é viver

Life Goes On (A Vida Continua)
Esta foi uma daquelas séries que não teve muito destaque aquando da sua transmissão por cá, mas  quem viu recorda-se bem da sua música de genérico e do destaque dado ao menino com síndrome de down, o Corky.
A Vida Continua mostrava como era a vida de uma família que criava 2 filhos sendo um deles um adolescente nestas condições, e todas as dificuldades que ele passava no seu dia a dia por causa das reacções alheias.
A série tinha uma música do genérico que era fantástica, a "O-bla-di, O-bla-da" cantada pela própria actriz que fazia de mãe (Patti LuPone) e o resto do elenco, transmitia uma boa energia e captava bem o espírito da série. Para a altura era uma serie fantástica e comovente com o protagonista portador do síndrome de down, mostrando ao mundo que os sonhos e os objectivos têm sempre que ser mais fortes apesar das muitas dificuldades. Acompanhamos a vida escolar dele, o arranjar emprego e até casar já perto do final do programa.
Alguém mais se lembra?


quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Relembrar é viver

Quem se lembra dos fantasmas que brilhavam no escuro que saiam nos pacotes da Matutano?
 Eu devorava pacotes só para tirar lá de dentro o brinde. Eram uns autocolantes rijos, meio viscosos e completamente recortados, os desenhos eram simples mas muito engraçados, eram uns fantasmas em diversas poses e profissões . Ainda hoje existe um colado na cozinha em casa da minha mãe na parede que nunca foi retirado.
Colva-os em todo o lado, na minha cama, na porta do quarto ou nos cadernos da escola. Eram lindos a brilhar no escuro.
 Mais tarde a Matutano fez o mesmo género de brinde, mas com uns animais mas não teve o mesmo carisma e encanto.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Relembrar é viver

O meu primeiro telemóvel, era da Telecel.
A Telecel foi uma das primeiras operadoras de telemóveis em Portugal, e uma das mais inovadoras nos seus anúncios televisivos e em 1995 colocou Portugal inteiro a dizer "Tou Xim" cada vez que atendia o telemóvel.
O anúncio mostrava um pastor de cabras/ovelhas num qualquer pasto com as mesmas a pastar. De  repente ouve-se um toque de telemóvel e os animais ficam arrebitados tentando perceber de onde vem o som, até que o pastor atende a chamada e carregado de sotaque diz :"Tou xim? Um momento..." E depois, dirigindo-se para as cabras/ovelhas diz: "É PARA MIM!". João Vaz é o actor que interpretava o Pastor neste anúncio que ficaria para a história!


terça-feira, 8 de agosto de 2017

Relembrar é viver

Um dos concursos que mais adorei na década de 90 era inicialmente apresentado pelo Fialho Gouveia e ia para o ar na RTP 2,  aos Sábados à tarde. Lembro-me bem porque dava ao final da tarde quando eu e a minha mãe já tínhamos a casinha arrumada e eu deliciava-me em frente á TV a ver este concurso.
Em todos os programas falava-se de um animal (e nesse dia existia sempre um exemplar dessa espécie no estúdio), com 3 concorrentes e um convidado famoso a terem que responder perguntas sobre esse animal e assim poderem ganhar alguns prémios.
Encontravam-se cupões para o concurso em algumas revistas da época que se recortavam, preenchiam-se e enviavam-se.
O animal que dava tema ao programa do dia, tinha também direito a uma música.
A Arca de Noé esteve no ar até 1993, altura em que deixou de ser emitido pela RTP apesar de continuar a ter bastante sucesso, tanto que em 1994 uma nova edição do programa voltou a ser transmitido e desta vez apresentado por Carlos Alberto Moniz. Desta vez era dirigida aos mais pequenos, mantinha um factor de concurso mas para crianças dos 8 aos 13 anos e apostando cada vez mais na vertente educativa. Era muito giro e marcou com certeza quem o via!



quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Relembrar é viver

A escola primária a nível de lembranças, passa-me um pouco ao lado.
Não me lembro de muito..... lembro-me de me obrigarem a beber um leite chocolatado horrivel, e lembro-me de alguns amigos que estudavam comigo. Lembro-me da sala e pouco mais. Não me deve ter marcado muito mas recordo-me de fazer algo de adorava... picotar.
  Quando a Professora Virgínia mandava fazer trabalhos manuais, era algo que eu gostava sempre já que significava que não íamos estar ali com tabuadas ou a tentar fazer letras bonitas, era o agarrar em tesouras, papel, cola, lápis e divertir-mo-nos a fazer algo fixe.
Penso que hoje já não se usa picotar nas escolas, pelo menos vejo pelo meu filho que nunca picotou na sala de aula, mas com uma esponja e um Pin afiado, picotarmos como se não houvesse amanhã. Eu gostava disto, de fazer o recorte de algo picotando, talvez porque vias o trabalho a surgir aos poucos.