"Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu
sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou a ir contra as minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse
diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu
crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar
forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo,
mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada,
inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei livrar-me de tudo que não fosse
saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para
baixo. De início a minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti
de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar a reviver o passado e de me
preocupar com o futuro. Agora, mantenho-me no presente, que é onde a
vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e
me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela torna-se uma grande e valiosa aliada".
sexta-feira, 12 de junho de 2015
terça-feira, 9 de junho de 2015
E a propósito....
Pulseiras "ESTOU AQUI" - Programa da PSP
Incrições em https://estouaqui.mai.gov.pt/Pages/Home.htm
Mais vale prevenir que remediar.
Ai coração, coração!
Não gosto de levar o meu filho a escola, normalmente quem o faz é o meu marido.
É uma sensaçao estranha de que o estou a "deixar" ali, á mercê de tudo e todos, sozinho a enfrentar o mundo.
Se calhar é mesmo uma patetice, mas é o que sinto.
Sou aquela mãe que olha sempre para trás, a ver como ele ficou, se fica a brincar, se fica sozinho...
Hoje em dia de passeio da escola, passei o dia a pensar se contam as crianças, como irão todos a casa de banho sem se perder? Como farão a gestão da entrada/saída dos autocarros?
Eu sei que temos que confiar, que temos que os deixar viver, experienciar, passear, ganhar asas e deixa-los ser independentes das "saias" da mãe. Na teoria isso é assim. Na teoria. O meu coração não pensa assim e estou aqui a contar os minutos para o ir buscar aquele autocarro, para o abraçar e cheirar.
É uma sensaçao estranha de que o estou a "deixar" ali, á mercê de tudo e todos, sozinho a enfrentar o mundo.
Se calhar é mesmo uma patetice, mas é o que sinto.
Sou aquela mãe que olha sempre para trás, a ver como ele ficou, se fica a brincar, se fica sozinho...
Hoje em dia de passeio da escola, passei o dia a pensar se contam as crianças, como irão todos a casa de banho sem se perder? Como farão a gestão da entrada/saída dos autocarros?
Eu sei que temos que confiar, que temos que os deixar viver, experienciar, passear, ganhar asas e deixa-los ser independentes das "saias" da mãe. Na teoria isso é assim. Na teoria. O meu coração não pensa assim e estou aqui a contar os minutos para o ir buscar aquele autocarro, para o abraçar e cheirar.
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Já te atreveste?
"Já te atreveste realmente a viver?
A olhar-te ao espelho e a gostares do que vês?
Entenderes as tuas próprias imperfeições como perfeitas em ti? No teu corpo?
A não te deixares influenciar, a vestires o que realmente gostas e não o que te é imposto, a saíres de casa sem maquilhagem, de cabeça erguida, mostrando a tua beleza natural? Não te importando com comentários?
Consegues responder a ti mesma se és realmente feliz como és? Se estás contente contigo própria?"
Já te atreveste realmente a viver???
A olhar-te ao espelho e a gostares do que vês?
Entenderes as tuas próprias imperfeições como perfeitas em ti? No teu corpo?
A não te deixares influenciar, a vestires o que realmente gostas e não o que te é imposto, a saíres de casa sem maquilhagem, de cabeça erguida, mostrando a tua beleza natural? Não te importando com comentários?
Consegues responder a ti mesma se és realmente feliz como és? Se estás contente contigo própria?"
Já te atreveste realmente a viver???
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Amizades, onde?
Achamos sempre que estamos redeados de amigos até percebermos que não é bem assim.
E percebemos sempre da pior maneira.
Já tive alguns problemas na familia, de suade, graves, e quando mais precisei de amigos eles não estavam, parece até que tinham medo de falar para mim, eu estava triste, nao fosse eu chorar, sei lá.
Percebi que as pessoas não querem ser incomodadas com realidades complicadas, doenças, choros.... A confrontação com este tipo de realiadades faz pensar que poderia acontecer a elas próprias e isso nao interessa nada.
Tenho mesmo em mente que quem perguntava como eu estava e se precisava de algo, eram aquelas pessoas que o faziam mesmo por cordialidade e porque pelo grau chegado que somos, tinham mesmo que o fazer. Quase que por obrigação moral.
Raras foram as pessoas (á excepçao do meu marido que se eu sofro, ele esta com certeza a sofrer o triplo) que eu senti que realmente sofreram comigo.
As pessoas têm as suas vidinhas e é apenas isso que lhes interessa, o resto nao se iludam, é pura cordialidade. Á noite vão para as suas casas, tu e os teus problemas é o que de menos lhes passa na cabeça.
E percebemos sempre da pior maneira.
Já tive alguns problemas na familia, de suade, graves, e quando mais precisei de amigos eles não estavam, parece até que tinham medo de falar para mim, eu estava triste, nao fosse eu chorar, sei lá.
Percebi que as pessoas não querem ser incomodadas com realidades complicadas, doenças, choros.... A confrontação com este tipo de realiadades faz pensar que poderia acontecer a elas próprias e isso nao interessa nada.
Tenho mesmo em mente que quem perguntava como eu estava e se precisava de algo, eram aquelas pessoas que o faziam mesmo por cordialidade e porque pelo grau chegado que somos, tinham mesmo que o fazer. Quase que por obrigação moral.
Raras foram as pessoas (á excepçao do meu marido que se eu sofro, ele esta com certeza a sofrer o triplo) que eu senti que realmente sofreram comigo.
As pessoas têm as suas vidinhas e é apenas isso que lhes interessa, o resto nao se iludam, é pura cordialidade. Á noite vão para as suas casas, tu e os teus problemas é o que de menos lhes passa na cabeça.
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