quinta-feira, 10 de março de 2016

Das dádivas que a vida me deu...

....Voces são a maior!!
Obrigada por cada palavra, por cada acção, por cada riso, por cada momento!


História de amor #3

Um casal de velhinhos, juntos há 75 anos, acabaram por morrer com apenas algumas horas de distância, abraçados, na cama.
Alexander e Jeanette Toczki tinham 95 e 96 anos, respectivamente. De San Diego, na Califórnia, conheciam-se desde os 8 anos de idade, casaram e tiveram cinco filhos e dez netos juntos. A saúde de Alexander começou a piorar recentemente, logo depois de ter fraturado a anca. Aos poucos a saúde da esposa também entrou em declínio, com os dois acabando por ficar acamados. Sabendo que o desejo dos pais era o de ficar sempre juntos, os filhos procuraram um hospital com uma cama especial, em que eles pudessem ficar lado a lado.

Alexander morreu primeiro. "Quando eu contei à minha mãe que ele tinha morrido, ela abraçou-o e disse 'Isso era o que tu querias...morreste nos meus braços e eu amo-te. Espera por mim, logo estarei aí.", afirmou a filha do casal, Aimee Toczko-Cushman, a uma emissora de rádio.
Poucas horas depois, Jeanette morreu. "Até a enfermeira disse que era a coisa mais incrível e bonita que já viu. Os dois a respirar juntos pela última vez, lado a lado", completa a filha, que registou uma última foto dos dois na cama.
O amor puro e verdadeiro permanece até ao ultimo suspiro.


sábado, 5 de março de 2016

Sábado!

Durante muito tempo as sextas feiras eram o meu dia.
Aquele dia da semana que começava com imenso trabalho e acabava sempre com uma volta de carro a conversarmos, até á beira mar, e num jantar com os meus amores num restaurante de eleição. Era relaxante aquela rotina.
A vida foi mudando e fomo-nos adaptando. Agora esta partilha é ao sábado. E o que eu gosto dos sabados de manhã!
A azáfama para acordar cedo, vestir, preparar a mochila do pequeno para o futebol. Sair de casa e entrega-lo ao Mister. Irmos os dois tomar o pequeno almoço juntos, que nunca o fazemos, conversar, comer um belo dum Panike quentinho!
Ver o meu filho a divertir-se no futebol, quer jogue bem, quer jogue mal, ve-lo feliz é  é o nosso elixir matinal.
Olharmos para ele com a coragem nos olhos, a determinação na posição do corpo e a força interior. Ganhe ou perca, ele vem feliz. Feliz porque adora o que faz.
Almoçamos os 3 e o nosso dia está ganho.
Ele pode ainda não saber muita coisa, mas sabe uma das coisas mais importantes que uma pessoa pode saber. Sabe que os pais o amam incondicionalmente.


Dos saltos...

É engraçado como as coisas são. Antigamente eu andava SEMPRE de salto alto. Botas altas, sandálias, o que fosse. Sentia-me alta e gostava. Não importava o quão desconfortável isso me fazia, o quão dolorosos me ficavam os pés e o quão chegava á cama com os pés a latejar. Nao interessava. Tudo pela beleza.
Hoje não sou assim, hoje prezo o conforto mais que tudo. O sentir-me bem, o poder correr se estiver atrasada, o poder andar no paralelo e não cair...
Estou numa fase em que me apetece usar saltos rasos, sapatilhas, botins, e os saltos altos continuam nas caixinhas debaixo da cama. Ás vezes ainda preparo a roupa a pensar em usar um salto mais altinho, mas de manhã so me apetece vestir confortável e ponho-os de lado de novo. Desculpas, como o frio, ou porque tenho de andar bastante, é o meu dia a dia.
O problema disto tudo é que uns sapatos altos são uma das armas mais poderosas das mulheres, ficam mais elegantes (principalmente a nós, ás baixinhas), por outro lado calçado mais raso da-nos um conforto do qual tem sido difícil abdicar.