Adoro ver gente apaixonada, para mim, a paixão é o que move tudo.
Eu sou uma pessoa apaixonada. Sou assim em tudo, sou até demais.
O problema é que tambem espero paixão dos outros. Sempre, e muitas vezes sofro por isso.Amo apaixonadamente, zango-me apaixonadamente e desiludo-me apaixonadamente.
Tudo para mim é um acontecimento importantissimo. Seja no bom, ou no mau sentido.
As minhas desilusões costumam ser com as amizades. Ainda há pouco passei por uma desilusão de grandes dimensões em que me desiludi, chorei, fui abaixo, entristeci-me tão apaixonadamente que ainda hoje quando penso nisso me comovo.
As vezes não gostava de ser assim, mas a verdade é que faz de mim quem sou.
Sou apaixonada pelas minhas pessoas, pelas minhas coisas, sou possessiva nesse sentido e ciumenta.
O lado bom é que quando dou.... dou tudo.
domingo, 17 de abril de 2016
sábado, 16 de abril de 2016
Idade para que?
Quando uma pessoa pára para pensar na idade que tem, ás vezes assusta-se. Como é possivel eu ter 37 anos se ainda outro dia tinha... 22?
Epá, 37 anos...E depois pensamos que 37 anos não parecem 37 anos. Na minha cabeça continuam a ser 22, e damos-nos conta que continuamos a fazer coisas como sempre fizemos, porque para nós não há idade para as fazer ou deixar de fazer. Isto ás vezes trás consequências. Uma dessas consequências é pereceberes que já não consegues fazer determinadas coisas, que as vontades tambem mudaram e que a capacidade de resposta do teu corpo tambem mudou.
Estou praticamente a entrar nos "enta" portanto, é tempo fazer uma retrospectiva da minha vida. Década a década. Cheguei à conclusão que isto tudo passa num instante. Mas apercebi-me também de uma coisa, que a década que parece que durou mais foi a dos 10 aos 20 anos. E comecei a pensar porquê. Apercebi-me que foi a década que mais transformação passei. Nem sei como é que estou viva.
Fui criada numa redoma de vidro, mesmo! Não andava de bicicleta porque podia cair, não sei nadar, não apanhava frio, não me sujava. Não comia gelados porque faziam mal á garganta, não andava á chuva, não fazia nenhuma actividade. Não dormia em casa de amigos, não acampava,... E mesmo assim é dos 10 aos 20 anos que acontece de tudo. O Ciclo, o liceu, cursos superiores ou profissionais, é tudo na mesma década. Os tempos livres passam por imitar artistas, cantoras e ver Tv. Passa por lemos a "Bravo" e sonhar com os New Kids On The Block. Vem a puberdade. A rebeldia, a masturbação. Melhores amigas e inimigas. Pessoas que gostam de ti e pessoas que te gozam e puxam o cabelo. Boas notas, más notas e um ano chumbado! Primeira decepção! Primeiros livros. Curso profissional e primeiro emprego em part-time! Primeiras paixões e primeiras decepções. Vem o amor tambem, o meu amor! Carta de condução. Primeiros ordenados e uma Tv para o quarto. Mentiras aos pais. Saídas á noite e dormidas fora. A perda da virgindade e a descoberta de tudo! É uma década que dura e dura e dura.
Dos 10 aos 20 anos é "primeiras vezes" que nunca mais acabam. As mudanças que uma pessoa passa nesses 10 anos são tão intensas e variadas que não sei como consegui sobreviver. Afinal até devo ser forte.
Depois dos 20 aos 30 vem a maturidade, e o melhor da minha vida. Um emprego estável, uma casa, o casamento com o Homem da minha vida e o meu filho! Começei literalmente a viver!
Agora com 37 anos olho para trás, para a década dos 10 aos 20 com um sentimento de nostalgia e tristeza. Vejo tudo o que não fiz e que não vivi. Que não experienciei. Vejo que fui de tal maneira protegida da vida que acabei por não a viver da maneira que a maior parte das pessoas vive. Costumo dizer que não tive infância e adolescencia e é bem verdade.
Mas sinceramente e pensando bem, tambem não sinto falta. Sou muito feliz com a minha vida, e não ache que seria mais feliz se tivesse vivido outras coisas ou outras experiencias.
Assim vivo-as agora e CONTIGO!
O tempo agora é outro. É tempo de viver!
Epá, 37 anos...E depois pensamos que 37 anos não parecem 37 anos. Na minha cabeça continuam a ser 22, e damos-nos conta que continuamos a fazer coisas como sempre fizemos, porque para nós não há idade para as fazer ou deixar de fazer. Isto ás vezes trás consequências. Uma dessas consequências é pereceberes que já não consegues fazer determinadas coisas, que as vontades tambem mudaram e que a capacidade de resposta do teu corpo tambem mudou.
Estou praticamente a entrar nos "enta" portanto, é tempo fazer uma retrospectiva da minha vida. Década a década. Cheguei à conclusão que isto tudo passa num instante. Mas apercebi-me também de uma coisa, que a década que parece que durou mais foi a dos 10 aos 20 anos. E comecei a pensar porquê. Apercebi-me que foi a década que mais transformação passei. Nem sei como é que estou viva.
Fui criada numa redoma de vidro, mesmo! Não andava de bicicleta porque podia cair, não sei nadar, não apanhava frio, não me sujava. Não comia gelados porque faziam mal á garganta, não andava á chuva, não fazia nenhuma actividade. Não dormia em casa de amigos, não acampava,... E mesmo assim é dos 10 aos 20 anos que acontece de tudo. O Ciclo, o liceu, cursos superiores ou profissionais, é tudo na mesma década. Os tempos livres passam por imitar artistas, cantoras e ver Tv. Passa por lemos a "Bravo" e sonhar com os New Kids On The Block. Vem a puberdade. A rebeldia, a masturbação. Melhores amigas e inimigas. Pessoas que gostam de ti e pessoas que te gozam e puxam o cabelo. Boas notas, más notas e um ano chumbado! Primeira decepção! Primeiros livros. Curso profissional e primeiro emprego em part-time! Primeiras paixões e primeiras decepções. Vem o amor tambem, o meu amor! Carta de condução. Primeiros ordenados e uma Tv para o quarto. Mentiras aos pais. Saídas á noite e dormidas fora. A perda da virgindade e a descoberta de tudo! É uma década que dura e dura e dura.
Dos 10 aos 20 anos é "primeiras vezes" que nunca mais acabam. As mudanças que uma pessoa passa nesses 10 anos são tão intensas e variadas que não sei como consegui sobreviver. Afinal até devo ser forte.
Depois dos 20 aos 30 vem a maturidade, e o melhor da minha vida. Um emprego estável, uma casa, o casamento com o Homem da minha vida e o meu filho! Começei literalmente a viver!
Agora com 37 anos olho para trás, para a década dos 10 aos 20 com um sentimento de nostalgia e tristeza. Vejo tudo o que não fiz e que não vivi. Que não experienciei. Vejo que fui de tal maneira protegida da vida que acabei por não a viver da maneira que a maior parte das pessoas vive. Costumo dizer que não tive infância e adolescencia e é bem verdade.
Mas sinceramente e pensando bem, tambem não sinto falta. Sou muito feliz com a minha vida, e não ache que seria mais feliz se tivesse vivido outras coisas ou outras experiencias.
Assim vivo-as agora e CONTIGO!
O tempo agora é outro. É tempo de viver!
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Tu e só tu
O verdadeiro amigo não julga, não toma partidos, não se precipita. Não
menospreza a dor do outro, por mais ridícula que lhe pareça. Não é critico. Não dramatiza. O verdadeiro amigo
simplesmente existe. É uma segurança. É a rede do nosso trapézio. Não ri de nós, ri connosco.
Aconselha, diz a verdade.
Obrigada por estares na minha vida, como meu amigo e como meu marido.
És meu e não abro mão.
Aconselha, diz a verdade.
Obrigada por estares na minha vida, como meu amigo e como meu marido.
És meu e não abro mão.
A minha dieta
Então ontem dia 2 da dieta dos 31 dias.
Sinto-me bem. Ainda ontem estava a explicar que sinto-me saciada mas não cheia o que é bom. Tenho momentos em que me apetece (muito) um pão ou algo mais, mas não como.
Estou acima de tudo orgulhosa de mim que não tenho furado em nada a dieta a que me propus.
Ontem almoçei como sempre no trabalho e não toquei no arroz, comi apenas o frango (era frango estufado) com os legumes. Não comi nem um arrozeiro, coisa que ha 3 dias atrás para mim era impensável.
Estou com muita determinação e espero que isso me ajude!
Á noite fiz mais uma receita do livro: courgetes no forno. Não tem nada que saber e são (para meu espanto) deliciosas!
Descascam-se as courgetes, partem-se ás tirinhas, coloca-se sal, pimenta e alho (eu tambem coloquei um pouco de oregãos) e vai ao forno a alourar. Comi junto 2 fatias de fiambre de peru e fiquei bem.
Sinto-me bem. Ainda ontem estava a explicar que sinto-me saciada mas não cheia o que é bom. Tenho momentos em que me apetece (muito) um pão ou algo mais, mas não como.
Estou acima de tudo orgulhosa de mim que não tenho furado em nada a dieta a que me propus.
Ontem almoçei como sempre no trabalho e não toquei no arroz, comi apenas o frango (era frango estufado) com os legumes. Não comi nem um arrozeiro, coisa que ha 3 dias atrás para mim era impensável.
Estou com muita determinação e espero que isso me ajude!
Á noite fiz mais uma receita do livro: courgetes no forno. Não tem nada que saber e são (para meu espanto) deliciosas!
Descascam-se as courgetes, partem-se ás tirinhas, coloca-se sal, pimenta e alho (eu tambem coloquei um pouco de oregãos) e vai ao forno a alourar. Comi junto 2 fatias de fiambre de peru e fiquei bem.
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