Ficar magro só depende de mim. Ser magro ou gordo é uma questão de escolha e não um presente ou um
castigo divino. Quando você assume a responsabilidade no processo de
emagrecimento, ganha o controle da situação e se sente-se mais capaz de
modificar seus hábitos.
Preciso comer para continuar magro. Ao saltar refeições para
emagrecer, o corpo vai reclamar e protestar, acumulando ainda mais
gordura. Ao comer menos do que deveria, o seu metabolismo desacelera e
fica mais difícil perder o excesso. Portanto, coma a cada três
horas.
O melhor horário para ir ao ginásio é o que consigo ir. Você acha que não tem energia para ir ao ginásio pela manhã, mas essa é a
única altura que a sua agenda permite? Então, insista!
Irresistíveis são as minhas curvas, não os fritos! Se você "pensa magro", em vez de sofrer pelas
coisas que não pode comer, se sente vitorioso por se manter firme no seu
plano.
Venço metas, não bato recordes mundiais. Ao traçar os objectivos para o seu emagrecimento, pense em prazos
possíveis. Assim, pode comemorar os resultados. Se estabelecer metas inatingíveis, vai jogar contra si e desiste.
Vou conseguir parar de pensar em comida.
A melhor alternativa é mudar o centro da atenção. Para isso dar certo,
tenha algumas alternativas na manga. Pode ser uma caminhada, um jogo de computador ou um telefonema
para uma amiga. O importante é investir em outra actividade para
esquecer a comida..
Só desisto depois de tentar. Isso vale para tudo na vida e também para o controle de peso. Portanto, em vez de se lamentar, parta para a acção!
Questiono todos os pensamentos desanimadores. Essa atitude protege você da auto-sabotagem.
Sei quando estou com fome ou apenas com vontade de comer. Conseguir diferenciar a fome do desejo de mastigar uma coisinha
evita que caia na armadilha de comer fora de horas.
Não me coloco em tentação. Para não jogar contra si mesma, elimine todas as guloseimas do seu
campo de visão.
Procuro o prazer na vida e não na comida.
Claro que é uma delícia comer, mas isso não deve ser a única fonte de
felicidade na vida. Diversifique os seus interesses e descubra o que gosta
de fazer. Encontre o prazer fora da
mesa.
quarta-feira, 11 de maio de 2016
segunda-feira, 9 de maio de 2016
A minha dieta
Estou quase no fim dos 31 dias. A verdade é que continuo na fase 2, não passei á 3.
Devemos continuar na dois até atingirmos o peso que queremos. Não está facil lá chegar.... ás vezes desanimo.
Tenho comido bem, continuo sem comer massas, batatas e arroz, continuo com o meu iogurte magro e pão integral. Talvez pela idade que já não é a mesma, talvez pelo metabolismo, talvez... sei la... não consigo emagrecer como gostaria.
Temo andar a fazer estes sacrificios e não sair do mesmo sítio.
Continuo motivada mas sinceramente já queria mais.
Devemos continuar na dois até atingirmos o peso que queremos. Não está facil lá chegar.... ás vezes desanimo.
Tenho comido bem, continuo sem comer massas, batatas e arroz, continuo com o meu iogurte magro e pão integral. Talvez pela idade que já não é a mesma, talvez pelo metabolismo, talvez... sei la... não consigo emagrecer como gostaria.
Temo andar a fazer estes sacrificios e não sair do mesmo sítio.
Continuo motivada mas sinceramente já queria mais.
Da semana que passou...
Tenho estado ausente, eu sei.... tirei uns dias e aproveitei para descansar a cabeça, o corpo.
Foi tempo de estar por casa, de cuidar de mim, ir ao cabeleireiro, depilação... ás vezes faz falta, fazer-mos algo que nos faça sentir bonitas.
Foi uma semana de compreender as voltas que a vida dá. De perceber (mais uma vez) que cada telhado esconde uma hitoria, ás vezes feia.
Foi tempo de desacelerar, de valorizar as nossas rotinas. Tanto nos queixamos que queriamos estar era em casa, não ter que trabalhar, mas a verdade é que faz falta. Faz falta o frenesim do trabalho, o stress, as risadas por vezes. Estar em casa não aprendemos nada, não temos objetivos.
Temos que dar graças, e dar as boas vindas a tudo o que a vida nos dá.
Foi tempo de estar por casa, de cuidar de mim, ir ao cabeleireiro, depilação... ás vezes faz falta, fazer-mos algo que nos faça sentir bonitas.
Foi uma semana de compreender as voltas que a vida dá. De perceber (mais uma vez) que cada telhado esconde uma hitoria, ás vezes feia.
Foi tempo de desacelerar, de valorizar as nossas rotinas. Tanto nos queixamos que queriamos estar era em casa, não ter que trabalhar, mas a verdade é que faz falta. Faz falta o frenesim do trabalho, o stress, as risadas por vezes. Estar em casa não aprendemos nada, não temos objetivos.
Temos que dar graças, e dar as boas vindas a tudo o que a vida nos dá.
quarta-feira, 4 de maio de 2016
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