Depois de uns dias afastada destas andanças, eis que volto e vejo que o mundo é cada vez mais feio e triste! É pais que vendem filhos no Olx, mães que saltam de pontes com filho ao colo, crianças mortas por jacarés na Disney, pessoas massacradas e mortas em discotecas, cães atirados de carros em andamento.... e tantas desgraças mais! Eu não sei o que pensar do mundo para o qual trouxemos os nossos filhos. As pessoas são cada vez mais perversas, revoltadas, feias por dentro, más mesmo! É assustador.
Hoje só me dá vontade de ir para casa, fechar a porta, janelas e persianas e abraçar os meus.
sexta-feira, 17 de junho de 2016
terça-feira, 14 de junho de 2016
Palavras que podiam ser as minhas
"Vem nos livros que o que liga duas pessoas é o amor que se tem ao outro.
aquela vontade de querer estar, a ansiedade do abraço, as saudades da
presença. vem nos livros que a dimensão do amor vem da intensidade do
que se vive, e da falta do que não se vive. assim, é o manter da chama,
desse ardor de quem se gosta, que faz com as histórias sejam eternas.
que perpetuem as horas em dias, os meses em anos. acrescento eu, que
mais que o amor, é a alegria do estar que verdadeiramente constrói uma
relação. mais ou menos romântico, é a capacidade de fazer rir, de fazer
aproveitar cada momento, de apreciar um pôr-do-sol, uma música, ou
simplesmente um café quente logo pela manhã. essa coisa, tão simples, de
ser bom viver ao lado do outro... mas, depois do amor, depois do riso e da tontice, há algo muito mais
sério que liga duas pessoas: o que somos um para o outro. há quem lhe
chame energia, karma, força. pouco importa o nome. mas é esse papel, de
suporte, que marca para a vida duas pessoas. quando, em algum instante,
fomos uma ajuda num momento mau, fomos uma inspiração, quando abrimos
barreiras, quando de alguma forma ensinamos o outro: a viver, a amar, a
ser. e não em jeito de professor, de guia, ou de ser superior. pelo
contrário, na forma mais humilde de ajudar, que é apenas estar ao lado,
sempre, a dar a mão, a incentivar, a fazer acreditar.
O orgulho maior que se pode ter no que somos para alguém, é quando nos dizem que somos a força que segura, que somos a energia que faz sorrir. que somos quem ajudou a sair de um momento difícil, seja da saúde ao trabalho, à família, ou ao complicado que a vida ás vezes é. amar alguém é muito mais que sentimento, e tem a ver com essa dedicação, essa preocupação permanente em saber do outro. é estar atento a cada detalhe, desde o tom da voz, ao brilho dos olhos, ou - tão importante - à forma como um corpo se dá ao abraço. estamos de verdade ligados, quando se sabe ler o outro neste momentos. seja um filho, um pai, ou um amor, é isso que nos liga para a vida - muito mais que os sentimentos, é o estar presente sempre. sem querer nada em troca. porque quando se ama, poder estar ao lado a puxar a mão já é a maior felicidade que se pode ter. sorte a minha, de o poder fazer todos os dias.."
O orgulho maior que se pode ter no que somos para alguém, é quando nos dizem que somos a força que segura, que somos a energia que faz sorrir. que somos quem ajudou a sair de um momento difícil, seja da saúde ao trabalho, à família, ou ao complicado que a vida ás vezes é. amar alguém é muito mais que sentimento, e tem a ver com essa dedicação, essa preocupação permanente em saber do outro. é estar atento a cada detalhe, desde o tom da voz, ao brilho dos olhos, ou - tão importante - à forma como um corpo se dá ao abraço. estamos de verdade ligados, quando se sabe ler o outro neste momentos. seja um filho, um pai, ou um amor, é isso que nos liga para a vida - muito mais que os sentimentos, é o estar presente sempre. sem querer nada em troca. porque quando se ama, poder estar ao lado a puxar a mão já é a maior felicidade que se pode ter. sorte a minha, de o poder fazer todos os dias.."
Férias precisam-se!
Hoje adormeci. Talvez o facilitismo pelo miudo estar de férias e não ter que o por a pé e o facto de andar exausta, permitiu-me não ouvir o despertador. Quando o ouvi, já tinha tocado várias vezes. Levantei-me a correr, vesti-me e nem pequeno alomoço tomei.
Ando há dias e dias, fins de semana seguidos a acordar cedíssimo e a deitar-me tarde ou pelo menos não tão cedo como gostaria.
Preciso de férias, quem sabe numa casinha á beira mar, apenas para ouvir as gaivotas, as vozes dos meus e sentir o cheiro a maresia.
Ando há dias e dias, fins de semana seguidos a acordar cedíssimo e a deitar-me tarde ou pelo menos não tão cedo como gostaria.
Preciso de férias, quem sabe numa casinha á beira mar, apenas para ouvir as gaivotas, as vozes dos meus e sentir o cheiro a maresia.
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Das coisas que detesto!
Se há coisa que não gosto é estar chateada com alguém. Detesto. Sou a primeira a relevar, muitas vezes a dar o braço a torcer.
O problema é que quarto me chateio, chateio mesmo, embirro e corto.
É raro, mas acontece, normalmente até se resolve, quando a pessoa até tem um pouco de bom senso e me dá um pouco de espaço. Depois passa.
Estou numa situação assim com uma pessoa, uma pessoa que me anda a irritar, que me sufoca, que quer mandar em mim, nos meus. É o adulto mais criança que conheço.
Faz birras, amua, quer toda a atenção de toda a gente. Quer tudo á sua maneira, quando o quer e como quer. Pensa que o mundo gira a seu torno e acha-se o melhor do mundo.
O ceder, dar espaço, respeitar vontades e personalidades faz parte da vida adulta, vida que atingimos e temos que aceitar.
Ele vai aprender isso. É uma questão de tempo.
O problema é que quarto me chateio, chateio mesmo, embirro e corto.
É raro, mas acontece, normalmente até se resolve, quando a pessoa até tem um pouco de bom senso e me dá um pouco de espaço. Depois passa.
Estou numa situação assim com uma pessoa, uma pessoa que me anda a irritar, que me sufoca, que quer mandar em mim, nos meus. É o adulto mais criança que conheço.
Faz birras, amua, quer toda a atenção de toda a gente. Quer tudo á sua maneira, quando o quer e como quer. Pensa que o mundo gira a seu torno e acha-se o melhor do mundo.
O ceder, dar espaço, respeitar vontades e personalidades faz parte da vida adulta, vida que atingimos e temos que aceitar.
Ele vai aprender isso. É uma questão de tempo.
sexta-feira, 10 de junho de 2016
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