quarta-feira, 6 de julho de 2016

Dos dias maus...

Há dias em que nada sai certo. o trabalho complica-se, as palavras que dizemos são mal entendidas, os nossos horários desencontram-se, a bateria do telefone acaba antes de tempo, o trânsito caótico... Há dias assim, em que tudo o que fazemos corre da forma mais complicada possível. Nestes dias só quero que eles acabem depressa, que possa deitar-me, fechar os olhos, esconder-me do mundo e só acordar no dia seguinte.
Num casal estes dias são os mais importantes. É fácil estar junto quando tudo esta bem, quando tudo corre bem. Quando não há problemas. Superar os dias maus e as dificuldades é a maior forma de perceber o quanto nos amamos e o quanto estamos realmente juntos. 
No dias maus dizem-se as maiores asneiras, as palavras mais erradas, implicamos só porque sim. E nestes dias se ao fim do dia nos abraçamos, beijamos e dizemos-te um "amo-te" então definitivamente amamos sem condições, sem querer que o outro seja o que não é. Amamos verdadeiramente da forma mais pura.

Imagens com vida


segunda-feira, 4 de julho de 2016

O meu filme de fim de semana





Com tudo a que temos direito. Jantar no MacDonalds, cinema, pipocas, coca cola.
Risos, cumplicidade e partilha. Mais importante que tudo: juntos.

Julho é...

...Verão, tem o signo do sol, do calor, do mar e da praia.
É o mes que antecede as férias, mês das noites quentes e compridas, de conversas de rua, noites de gelados e passeios a pé com o cabelo apanhado.
É um mês de cor e alegria.
Mês das esplanadas, dos petiscos, das férias da escola, da areia, da praia, dos mergulhos na piscina, dos passeios, dos avós, dos piqueniques, da família.
Um mês em que reina a descontração, os vestidos, os calções. As pessoas andam de sorriso no rosto, umas de férias, outras ainda a trabalhar, mas todas sem a rigidez natural que os meses de inverno, com as suas rotinas e regras, nos impõe.
É um mês de muita fruta, de grelhados, de salada de alface e tomate, de limonada fresca, de Gin, de comer na varanda! Julho é um mês feliz!



Casar vezes sem conta

Há tempos li um artigo do Miguel Esteves Cardoso que me tocou. Vários me tocam, acho lindo o amor que ele tem pela sua mulher, toda a luta que travaram (que é publico) e acho muito carinhoso a maneira como o descreve.
O artigo referia o facto dele dizer que está casado há cerca de treze anos, e que mesmo assim se dá por ele a casar com ela, voluntária ou involuntariamente, várias vezes por dia.
É engraçado como isso me tocou porque eu sinto exactamente o mesmo. Casar é o que acontece quando duas pessoas percebem que, em determinado momento por estarem a fazer ou terem feito algo juntas, isso tem tanto significado que sentem que são as duas únicas pessoas no mundo. Todas as outras pessoas não podem fazer parte daquele prazer nem o compreendem. Aquele prazer só é possível para duas pessoas concretas: eu e ele.
E eu tenho imensos momentos assim.
Momentos em que a cumplicidade é tanta, o momento é tão forte que me sinto a casar com ele vezes sem conta. Momentos como o que dançamos  ao som de uma musica escolhida pelo nosso filho, no meio de tanta gente mas abraçados como se fossemos um só.