Fim de semana a acabar e Agosto a começar.
Mês de férias, de família, de cheiro a praia e de churrascos. Adoro estas 2 semanas que precedem as férias, há pouco transito na estrada, montes de sítios para estacionar. A minha cidade está linda com uma feira de artesanato onde á noite podemos ir jantar e passear. Aquele stress no trabalho, de deixar tudo pronto, o máximo feito e organizado.
Dói a barriga a pensar no regresso, mas para já não penso nisso.
Já tenho livros para ler nas férias, series para acompanhar.
Obrigada Agosto e bem vindo.
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
sexta-feira, 29 de julho de 2016
No fundo ninguem se importa!
A vida farta-se de nos pregar partidas, umas boas, umas más. A verdade é que toda a gente te adora quando estás bem, para cima, em alta. Mas quando tens noites mal dormidas, preocupações, doenças, ou mesmo coisas boas, como boas novidades, um emprego novo, uma casa nova, um aumento,... ninguém mesmo se importa. Podem fingir, mas la dentro do peito cada um só pensa em si. É assim que a maior parte vive, sem mover um passo que seja para animar alguém, para fazer algo que seja importante para a outra pessoa.
A sociedade é egoísta e sempre será.
Eu sempre fui o contrário, sempre pensei muito mais nos outros que em mim, fazia tudo para agradar, engolia sapos para evitar discussões e sempre dei o primeiro passo para as resolver.
Já não o faço mais. Acho que tenho todo o direito de me chatear, de ficar zangada, decepcionada.
Quem gosta de mim dará o primeiro passo.
Com quem conto é com o meu amor, é a minha pessoa. Sofre comigo e ri comigo. Também não preciso de mais ninguém. Somos a nossa melhor companhia.
Só temos que aprender mais isto na vida, ninguém se importa com ninguém acima de si mesmo, só aqueles que amam de verdade.
A sociedade é egoísta e sempre será.
Eu sempre fui o contrário, sempre pensei muito mais nos outros que em mim, fazia tudo para agradar, engolia sapos para evitar discussões e sempre dei o primeiro passo para as resolver.
Já não o faço mais. Acho que tenho todo o direito de me chatear, de ficar zangada, decepcionada.
Quem gosta de mim dará o primeiro passo.
Com quem conto é com o meu amor, é a minha pessoa. Sofre comigo e ri comigo. Também não preciso de mais ninguém. Somos a nossa melhor companhia.
Só temos que aprender mais isto na vida, ninguém se importa com ninguém acima de si mesmo, só aqueles que amam de verdade.
quinta-feira, 28 de julho de 2016
Dica das boas!
Gostam de ir ao cinema?
Gostam de MacDonald's?
Então não podem perder esta promoção, juntar o útil ao agradável e ir ver o novo filme " A Idade do Gelo - Big Bang" que acaba de estrear.
Só precisam jantar no Mac, pedindo a Mac Box e recebem um talão que dá direito a 3 bilhetes de cinema por apenas 1€ cada.
Boa?
Gostam de MacDonald's?
Então não podem perder esta promoção, juntar o útil ao agradável e ir ver o novo filme " A Idade do Gelo - Big Bang" que acaba de estrear.
Só precisam jantar no Mac, pedindo a Mac Box e recebem um talão que dá direito a 3 bilhetes de cinema por apenas 1€ cada.
Boa?
quarta-feira, 27 de julho de 2016
Ontem foi dia dos avós!
Os avós devem ser, ou pelo menos deveriam ser, as pessoas mais carinhosas e fofinhas á face da terra.
Aqueles que tudo fazem pelo netinho, que mimam, que fazem as comidas preferidas e que estragam.
Os meus eram assim. Principalmente o meu avô. De um coração gigantesco era um Homem maravilhoso. Sacristão da igreja, sempre com o seu chapéu na cabeça, apaixonado desde sempre pela sua mulher, filhos, netos e animais. Amargurado pela perda de uma filha muito jovem, dava de comer a todos, toda a gente sabia que se precisasse, tinha um prato naquela mesa. Muitos foram os Natais em que trazia pobres para cear la em casa.
O nosso cão, era um privilegiado, dormia num cesto por baixo do fogão de lenha e comia de tudo. Lembro-me bem do meu avô descascar uma maçã, partir aos gomos e dar ao bicho.
Nas minhas férias de criança lá ia para a casa deles. Era um sonho, íamos à missa, que era cantada, linda, onde eu ajudava a preparar a missa e sabia todas as musicas de cor...íamos à Leitaria da Praça onde tomávamos um leitinho com um pão com manteiga e vínhamos a pé, pelos carris da linha férrea.
Á tarde brincava com o cão, com as minhas bonecas, com a prima que ás vezes para lá ia também... Os lanches eram especiais, a minha avó fritava uns bifinhos que os metia no meio do pão e apesar da sua simplicidade tinham um sabor único.
Dar de comer ás rolas, ir ao poço buscar água, era maravilhoso.
Quando o meu avô morreu, foi o maior golpe para mim, ainda menina, percebi o que era a morte, a falta e a saudade.
Hoje não tenho mais avós, mas fica o carinho, os cheiros e os abraços apertados de quando ele me chamava de "minha menina".
Aqueles que tudo fazem pelo netinho, que mimam, que fazem as comidas preferidas e que estragam.
Os meus eram assim. Principalmente o meu avô. De um coração gigantesco era um Homem maravilhoso. Sacristão da igreja, sempre com o seu chapéu na cabeça, apaixonado desde sempre pela sua mulher, filhos, netos e animais. Amargurado pela perda de uma filha muito jovem, dava de comer a todos, toda a gente sabia que se precisasse, tinha um prato naquela mesa. Muitos foram os Natais em que trazia pobres para cear la em casa.
O nosso cão, era um privilegiado, dormia num cesto por baixo do fogão de lenha e comia de tudo. Lembro-me bem do meu avô descascar uma maçã, partir aos gomos e dar ao bicho.
Nas minhas férias de criança lá ia para a casa deles. Era um sonho, íamos à missa, que era cantada, linda, onde eu ajudava a preparar a missa e sabia todas as musicas de cor...íamos à Leitaria da Praça onde tomávamos um leitinho com um pão com manteiga e vínhamos a pé, pelos carris da linha férrea.
Á tarde brincava com o cão, com as minhas bonecas, com a prima que ás vezes para lá ia também... Os lanches eram especiais, a minha avó fritava uns bifinhos que os metia no meio do pão e apesar da sua simplicidade tinham um sabor único.
Dar de comer ás rolas, ir ao poço buscar água, era maravilhoso.
Quando o meu avô morreu, foi o maior golpe para mim, ainda menina, percebi o que era a morte, a falta e a saudade.
Hoje não tenho mais avós, mas fica o carinho, os cheiros e os abraços apertados de quando ele me chamava de "minha menina".
segunda-feira, 25 de julho de 2016
Talvez seja maturidade...
....ou talvez apenas esteja a mudar.
Consigo hoje, perceber perfeitamente que nem toda a gente gosta de mim e aceitá-lo. Isso fazia-me confusão, porque é que as pessoas não gostavam de mim! Eu que me via como tão simpática, tão agradável... mas não, compreendo hoje que não o sou para toda a gente, não me mostro a toda a gente.
Sinto que as pessoas não são de todo obrigadas a gostar de mim e a conviver comigo e talvez por perceber bem isso agora, também eu, me sinto no direito de não ser simpática com quem não gosto e de eu também não ter de conviver com quem não gosto.
E a vida, curiosamente, encarrega-se de nos mostrar mesmo isso, que ás vezes mais vale estar só do que com pessoas que não gostam genuinamente de nós. Pessoas que não conseguem fazer um esforço por nós, alterar um plano por nós. E sinto-me também no direito de fazer exactamente igual a essas pessoas, de não alterar os meus planos por elas e de não fazer qualquer tipo de esforço por elas. E vejo que a maturidade aparece quando não me sinto de todo culpada por fazê-lo.
Sou para as pessoas exactamente o que elas são para mim. Já houve tempos em que dava muito mais de mim do que o que recebia, hoje não. Dou-me na mesma proporção do que o que me dão a mim. E sinto-me tão bem por isso.
Consigo hoje, perceber perfeitamente que nem toda a gente gosta de mim e aceitá-lo. Isso fazia-me confusão, porque é que as pessoas não gostavam de mim! Eu que me via como tão simpática, tão agradável... mas não, compreendo hoje que não o sou para toda a gente, não me mostro a toda a gente.
Sinto que as pessoas não são de todo obrigadas a gostar de mim e a conviver comigo e talvez por perceber bem isso agora, também eu, me sinto no direito de não ser simpática com quem não gosto e de eu também não ter de conviver com quem não gosto.
E a vida, curiosamente, encarrega-se de nos mostrar mesmo isso, que ás vezes mais vale estar só do que com pessoas que não gostam genuinamente de nós. Pessoas que não conseguem fazer um esforço por nós, alterar um plano por nós. E sinto-me também no direito de fazer exactamente igual a essas pessoas, de não alterar os meus planos por elas e de não fazer qualquer tipo de esforço por elas. E vejo que a maturidade aparece quando não me sinto de todo culpada por fazê-lo.
Sou para as pessoas exactamente o que elas são para mim. Já houve tempos em que dava muito mais de mim do que o que recebia, hoje não. Dou-me na mesma proporção do que o que me dão a mim. E sinto-me tão bem por isso.
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