quarta-feira, 10 de agosto de 2016

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Do amor

Costuma-se dizer que o que liga duas pessoas é o amor. Seja amor por paixão, seja amor de amizade, amor de pai/mãe, ... Amor é a  vontade de querer estar junto, as saudades quando não estás. A força de qualquer amor depende sempre da intensidade com que o vives, é isso que faz uma boa historia de amor.
Mas, não só de amor se faz uma relação, há a cumplicidade, o companheirismo, a amizade, a compreensão, a capacidade de fazer rir, e de rir juntos. De ambos perceberem que os pequenos momentos é que contam, como um abraço, uma musica, um passeio de mãos dadas . Amor é quando é simples viver ao lado do outro...



Mais do mesmo!

No Verão a coisa que mais abomino são os incendios. É triste ver o céu manchado de fumo, ver as labaredas ao longe e imaginar aqueles terrenos a arder, bichos a fugir, pessoas a tentar salvar as suas casas. O desespero.
Os nossos bombeiros fazem o que podem, um bem haja para eles e força!
Triste, muito triste.




segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Mais uma semana e ...

Estando quase de férias, já só me cheira a praia e mar.
Mas a verdade é que ainda há pessoas que me tentam tirar do sério, fazendo de tudo para me irritar.
Não compreendo porque as pessoas são assim, sem sensibilidade, sem educação e sem tato. Não sou perfeita, mas sei ver quando estou a ser desagradável e  inconveniente.
Devia haver cursos para isto. Porra.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Quando morre...

...alguem conhecido nosso, é quando vemos o quanto frágil a vida e a alegria são.
Numa fração de segundos tudo muda e nada podemos fazer.
Andei anos com medo, vivia com medo, medo de perder as pessoas que amo, medo que me aconteça alguma coisa. Aprendi que o medo não impede que as coisas aconteçam, só nos fere e torna-nos mais fracos. Tenho lutado contra ele desde há muito tempo, e vejo já consigo passar dias sem pensar que algo pode acontecer, coisa que não acontecia. Todos os dias o medo tolhia-me as ideias e bloqueava-me.
Ando bem melhor, mas quando morre alguém que conhecemos... uma rapariga da nossa idade, um marido de alguém, um pai... volta aquela pensamento de.... "glup!" ,  engolir em seco e ir para casa com a sensação egoísta, mas natural, do: - ainda bem que não foi comigo!