segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

O meu eu crescido!

Tenho modificado muito a forma como vejo o mundo. As análises que faço das pessoas e do que acontece mudaram muito. Estou mesmo disposta a mudar ainda mais. A assumir as alterações da vida porque esta, é mesmo assim.
Já fui muito lamechas, falava muito e acabava sempre por dar demais de mim, muitas vezes a quem não merecia. Aos poucos fui percebendo que melhor que falar é sempre escutar, tirar as minhas conclusões e ter a minha opinião, partilhando-a apenas com quem e se me apetecer.
Melhor que estarmos sempre a queixar-nos é procurar soluções. Não é fácil, e não consigo muitas vezes, enervo-me, questiono-me centenas de vezes, mas sei que neste momento me esforço para ser mais forte, mais decidida e mais confiante.
Dou o meu melhor todos os dias e sei que há muita coisa que não depende de mim, mas o que sei é que depende de mim gerir a forma como as coisas me afectam.

O meu filme do fim de semana

Assalto a Londres (London has fallen).
A história começa em Londres, onde o primeiro-ministro britânico faleceu em circunstâncias misteriosas. O seu funeral é um evento obrigatório para alguns dos mais importantes líderes mundiais. No entanto, o que começa como o evento mais protegido da Terra transforma-se numa oportunidade para os terroristas matarem os líderes mais poderosos do mundo, devastar todos os principais marcos da capital britânica, raptar o presidente dos EUA e mata-lo em directo para a Internet.
A esperança de os travarem recais sobre o formidável responsável do serviço secreto americano (Gerard Butler), e um agente Inglês MI-6 que simplesmente não confia em ninguém.
Um filme fabuloso para ver ou rever!





domingo, 22 de janeiro de 2017

Aos domingos...


Recomeços

Gosto muito de livros e filmes que retratam recomeços. Recomeço de uma vida, de um amor, de um trabalho. No fundo, todos nós todos os dias estamos a recomeçar, mesmo que não percebamos isso.
As escolhas são nossas e temos que escolher recomeçar porque nunca é tarde para isso. Aceitar que realmente há coisas e pessoas que não podemos nem queremos mudar, aceitar que o mundo tem muitas maneiras de ver e ser visto, cair e levantar, falhar, acertar e sempre virar a página e começar de novo.