quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Ridicularices

  Quando penso que estou quase a fazer 40 anos, não acredito. E não acredito porque não sinto a idade a passar, não sinto o peso das rugas e muito menos o da maturidade. Sinto-me sempre como se tivesse 25 e é assim que sou feliz. 
Nunca engano ninguém quanto à minha idade. Tenho o que tenho e é assim que tem que ser. Aceito que a idade passa e nos muda. É normal já não ter uma pele tão tonificada, ter alguns cabelos brancos, ter pequenas manchas do sol, cansarmo-nos com mais facilidade. É apenas a idade a passar. E tem que passar, faz parte da vida e não o podemos esconder.
 Não concordo nada com aquelas mulheres que têm 60 e dizem que têm 45. Ficam ridículas porque na maior parte dos casos, a idade começa a notar-se.
Querermos melhorar alguma coisa, estar mais tonificadas ou perder peso, pintar o cabelo, é normal, até para nos sentirmos bem, outra coisa é querermos ser aquilo que já não somos. Vestir como meninas de 20 anos quando se tem 60, ou querer apenas que a idade não se note é impossível.  É importante cuidarmos do nosso aspecto mas sempre com cuidado para não cair no ridículo. O que é preciso é saber envelhecer.
                                                         Bruna Lombardi - 64 anos
 

Serenidade


terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Momentos

Ás vezes acho que sou uma pessoa de extremos. Quando estou bem, estou maravilhosamente bem, mas quando estou mal, fico mesmo em baixo e deprimida.
Tenho dias em que dou por mim a questionar porque é que coisas boas são raro acontecer? Há pessoas que nada precisam fazer, tudo de bom lhes acontece. Não estou a ser mal agradecida, não é isso, agradeço tudo o que tenho, a família que tenho, o ter saúde e trabalho. Mas é muito fácil termos dias em que nos sentimos abatidos, frustrados, deprimidos e ressentidos por o que desejamos não acontecer.
O desafio é lutar contra isso. Estas emoções negativas não fazem mais do que piorar as coisas e podemos mesmo acabar por entrar numa espiral de negatividade que gera ainda mais negatividade.
Se não aconteceu é porque não tinha que acontecer. A vida não é o que nós queremos é o que nos

Relembrar é viver

Lembro-me bem dos meus sábados à tarde de juventude... não eram nada de especial, pelo contrário, passados entre limpezas com a minha mãe e uma espreitadela à Televisão.
Eu optava sempre por limpar a cozinha e a sala, pois como tinham televisões eu limpava e via ao mesmo tempo Tv.
Ao sábado, na minha adolescência dava sempre um filme de vida, alguma história bonita e romântica e sempre baseados em livros de Danielle Steel que eu adoro.
No fim do filme era a vez de um programa brasileiro, chamado Você Decide, em que os telespectadores decidiam, por telefone, o final que queriam ver em cada episódio. O programa tinha uma historia e essa tinha sempre 2 finais possíveis. O publico votava no seu final favorito para o desfecho da historia do dia.
Tinha a apresentação de António Sala no inicio da década de 90 e depois voltou em 1998 na Sic já com a apresentação de José Figueiras.
Quem lembra?


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

O meu filme do fim de semana

A namorada do meu melhor amigo.
Inteligente, bonita e determinada, Alexis é a rapariga dos sonhos de Dustin. Mas após cinco semanas de namoro apenas, Alexis termina a relação com Dustin. Devastado, Dustin recorre ao seu melhor amigo, Tank, especialista em reatar relações. Mestre da sedução (e da ofensa gratuita), Tank é contratado por rapazes que acabaram de ser deixados pelas suas namoradas e oferece-lhes o pior encontro romântico da vida delas – uma experiência tão má que as faz voltar a correr para os braços dos ex-namorados. Mas a magia de Tank parece não funcionar com Alexis, que responde à letra às suas provocações. Tank está perante o maior desafio da sua vida, e rapidamente se vê dividido entre a lealdade ao melhor amigo e uma forte atracção pela ex-namorada dele.