domingo, 31 de dezembro de 2017

É tempo de....

... fechar as contas, virar a página.
É tempo de dizer adeus ao ano velho e saudar 2018 que em breve nasce. É tempo de cortar com todos os vícios, de sonhar todos os sonhos e desejar tudo a que temos direito. É tempo de esperança, de fazer promessas e novos planos.
É tempo de reorganizar as agendas. É tempo de fazer balanços, de fazer contas à vida e avaliar se terá valido a pena o modo como vivemos e tudo o que fizemos até hoje? Nunca será tarde para mudar, corrigir, viver e encarar a vida de outra forma!
Um novo ano, um novo primeiro dia e é mais uma porta que se abre!
Nada é impossível, basta acreditar. Nunca é tarde para aprender e para experimentar viver de outra maneira, e de olhar a nossa vida por um novo prisma. 
Nunca é tarde para reconhecer os erros, as rotinas doentias, os desperdícios. E, este é o ano em que tudo pode ser renovado. 
É tempo de escolhermos como queremos viver esta nova oportunidade para ser, ou tentar ser sempre, uma pessoa melhor!

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Planeios

A minha cabeça não pára. Penso nisto e naquilo e em mais nisto e mais naquilo. 
Ás vezes sinto-me cansada só de pensar nas coisas que quero fazer. É verdade. Sou uma rapariga que gosta de fazer planos, embora ás vezes (a maior parte das vezes) saiam furados. 
Mas note-se, penso muito nas coisas que quero fazer e não naquelas que tenho tenho que fazer. Uma coisa é ter de fazer. Tenho de trabalhar, tenho de fazer o jantar, ..., outra coisa é aquilo que quero fazer.
Mas lá está, a minha mente não pára. Passo o dia a pensar em mil coisas que quero fazer. Ás vezes acho que sou a maníaca das listas e das programações, mas ando a lutar contra isso. a vida é para ser vivida, sem grandes planos.
Já fui pior... 
 

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Esforços

Há 4 meses decidi mudar a minha vida, decidi que era tempo de mudar hábitos alimentares e acima de tudo começar a mexer-me. Sair do sofá.
Apesar de já há uns meses antes ter recebido aconselhamento medico para ter cuidado com a alimentação por causa do colesterol alto, nunca tinha levado isso muito a sério. É um bocado aquela postura do "deixa andar" que "o médico é um exagerado".
Até ao dia em que com uma colega, decidimos começar a ter aulas com um PT. Dividimos o custo e lá fomos.
Não estou magra, longe disso, ainda não alcancei a forma que quero e gostava de perder mais 3 ou 4 kg, mas acima de tudo neste momento pretendo aumentar a minha resistência e flexibilidade, até porque não estou perfeita mas estou bem e sinto-me bem.
E apesar de saber que já perdi peso (2 kg) e volume, ás vezes dou por mim a pensar "não... perdi peso e volume mas se calhar nem se nota assim tanto!" Nota-se. Nota-se sim! E vai continuar a notar-se porque eu quero ainda melhorar mais.
Não sei em que momento me deixei ficar assim, que me desleixei, que deixei de me preocupar comigo, que deixei de me amar. Não sei onde é que me perdi, nem porque me perdi, mas o que é certo é que perdi. 
Agora estou a recuperar. O amor próprio é a base para nos sentirmos bem.
Sim, vale a pena os cuidados alimentares, sim vale pena o exercício físico; não só pelo aspecto, por um corpo melhor mas acima de tudo porque me sinto melhor. Ando mais bem disposta, e acima de tudo gosto de mim. Começo a voltar a gostar de me ver ao espelho. Gosto do que já conquistei e gosto de pensar no que ainda posso conquistar.
 
 

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Comprinhas na cidade

Eu sei que o comércio tradicional vive momentos muito difíceis. 
Todas as estratégias para captar a atenção dos clientes e atraí-los para a loja, são necessárias.
Hoje em dia e com os grandes Shoppings, muita gente foge para lá e as pequenas lojinhas da terra ficam esquecidas e sem facturar!
Mas isto a propósito daquela regra de quando entras numa loja e a pessoa te diz: "olá, boa tarde, posso ajudar?". Isto é normal, aceito perfeitamente, outra coisa é o desespero.
O desespero normalmente aparece nas tais pequenas lojas que querem tanto vender que se tornam.... chatas!
Fico logo nos arames quando entras e se dirigem a ti com um: Olá minha querida! 
Odeio quando estás a tentar ver qualquer coisinha e a funcionária ou mesmo a dona se põe a mexer na roupa ao teu lado e a murmurar palavras como "esta é um espectáculo" ou  "um luxo" e disparates do género. A gente só quer poder escolher uma peça de roupa em paz.
Faz-se ali naqueles instantes uma pressão psicológica tal, que a primeira vontade que me assombra é sair porta fora.  E eis que ainda ouves um : "então menina, não gostou daquele casaquinho? Ia ficar-lhe tão bem!".