Não precisamos de pernas finas, barriga lisa, cabelo liso e pele perfeita para sermos felizes. Podemos ser felizes com alguma celulite, rugas e cabelos ao vento. O que precisamos é de amor próprio.
O que precisamos é olhar no espelho e gostarmos do que vemos, mesmo com as nossas imperfeições. É preciso aprender a gostar do imperfeito. Não esquecer a nossa força e a coragem, não esquecer a nossa história que foi o que nos levou para chegar até aqui. Não deixar de lado a nossa alma verdadeira, deixar para trás os medos e receios. Amar o nosso cabelo, seja ele liso, enrolado, crespo, curto ou longo. Amar o nosso corpo, fazendo um esforço para o ter mais em forma.
Temos que nos sentir bonitas, confiantes e optimistas.
Esquecer os fracassos e recordar as vitórias. Amar a nossa própria loucura e defender aquilo em que acreditamos. Alimentar o ego sem precisar de elogios; gostar da nossa roupa, sem precisar que alguém diga que “estas bonita”.
Lembrar sempre que a autenticidade é a nossa melhor arma.
quarta-feira, 9 de maio de 2018
terça-feira, 8 de maio de 2018
Piolhos do demo- parte II
Depois de já há alguns anos não acontecer, eis que aconteceu e em força.
Piolhos.
Já tinha dito aqui o quanto odeio estes pequenos patudos.
Desta feita, o meu filho ganha de novo um novo núcleo piolhento na sua cabeleira. Ja fiz 2 tratamentos e não funcionou, continuam ali. Os pais eu tiro bem com o pente, mas continuam a sair os bebes. E os bebes são perigosos porque crescem e reproduzem-se que parecem coelhos.
Enviado e-mail para a escola para os outros paizinhos verem as cabeças dos seus filhos, porque não adianta eu limpar a do meu, se os outros continuarem a ter. Vão -lhe pagar de novo.
Hoje nova limpeza.
Ai vida!
Piolhos.
Já tinha dito aqui o quanto odeio estes pequenos patudos.
Desta feita, o meu filho ganha de novo um novo núcleo piolhento na sua cabeleira. Ja fiz 2 tratamentos e não funcionou, continuam ali. Os pais eu tiro bem com o pente, mas continuam a sair os bebes. E os bebes são perigosos porque crescem e reproduzem-se que parecem coelhos.
Enviado e-mail para a escola para os outros paizinhos verem as cabeças dos seus filhos, porque não adianta eu limpar a do meu, se os outros continuarem a ter. Vão -lhe pagar de novo.
Hoje nova limpeza.
Ai vida!
segunda-feira, 7 de maio de 2018
Dias a dois
Há umas semanas atrás, com a cabeça muito cheia, cansados, e saídos de um problema de saúde (assim espero) estávamos a precisar de
fugir, de espairecer, de ver gente e mudar de ares.
Embora com alguns dias de férias mas com o pequeno na escola, as opções não eram muitas.
Seria possível uma fuga de apenas.... 48 horas.
Aliado a uma consulta de pós operatório que tínhamos marcada, juntamos-lhe uma tarde livre e um feriado e assim marcamos 2 dias num Hotel e Spa.
Inicialmente seria para os 3 mas á ultima da hora acabamos por ir os dois, sozinhos e muito felizes.
Não fica muito caro e estas fugas vejo agora que são muitas vezes essenciais para uma quebra de rotinas, uma fuga ao dia a dia e uma lufada de ar fresco.
Depois de desfrutar de um tempo na piscina (quase vazia, uma maravilha), uma massagem a dois, um chá e um bom banho quente, fomos procurar conhecer a cidade.
Não jantamos no Hotel para podermos conhecer novos sítios e restaurantes. A pé percorremos o que nos apeteceu em busca de um restaurante. As casas antigas e coloridas do centro, o sobe e desce das estradinhas, as lojas com montras apelativas e um restaurante muito típico e com comida caseira e maravilhosa, encheram-nos as medidas.
De volta ao Hotel, uma noite maravilhosa, calma, com um pequeno almoço maravilhoso a olhar a paisagem linda á nossa frente.
Não foi muito tempo, mas na verdade penso que o que pretendíamos foi alcançado: respirar um ar diferente, conhecer sítios diferentes, relaxar no Spa e acima de tudo sentir que saímos de casa, do nosso mundo, mesmo que por apenas 48 horas.
Acima de tudo, como eu costumo dizer, criámos memórias. Memórias lindas, carinhosas e que ficam cá dentro para durar. A repetir.
Embora com alguns dias de férias mas com o pequeno na escola, as opções não eram muitas.
Seria possível uma fuga de apenas.... 48 horas.
Aliado a uma consulta de pós operatório que tínhamos marcada, juntamos-lhe uma tarde livre e um feriado e assim marcamos 2 dias num Hotel e Spa.
Inicialmente seria para os 3 mas á ultima da hora acabamos por ir os dois, sozinhos e muito felizes.
Não fica muito caro e estas fugas vejo agora que são muitas vezes essenciais para uma quebra de rotinas, uma fuga ao dia a dia e uma lufada de ar fresco.
Depois de desfrutar de um tempo na piscina (quase vazia, uma maravilha), uma massagem a dois, um chá e um bom banho quente, fomos procurar conhecer a cidade.
Não jantamos no Hotel para podermos conhecer novos sítios e restaurantes. A pé percorremos o que nos apeteceu em busca de um restaurante. As casas antigas e coloridas do centro, o sobe e desce das estradinhas, as lojas com montras apelativas e um restaurante muito típico e com comida caseira e maravilhosa, encheram-nos as medidas.
De volta ao Hotel, uma noite maravilhosa, calma, com um pequeno almoço maravilhoso a olhar a paisagem linda á nossa frente.
Não foi muito tempo, mas na verdade penso que o que pretendíamos foi alcançado: respirar um ar diferente, conhecer sítios diferentes, relaxar no Spa e acima de tudo sentir que saímos de casa, do nosso mundo, mesmo que por apenas 48 horas.
Acima de tudo, como eu costumo dizer, criámos memórias. Memórias lindas, carinhosas e que ficam cá dentro para durar. A repetir.
sexta-feira, 4 de maio de 2018
terça-feira, 1 de maio de 2018
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