Para quem não está habituado a comer legumes e frutas, ou até porque não gosta, mas sabe que fazem muito bem, sugiro que adopte a nova tendência dos batidos verdes.
Creio que os batidos verdes não serão novidade para ninguém.Certamente já experimentaram ou, pelo menos, viram receitas publicadas em blogs ou livros. A sua cor é fantástica, e o aporte nutricional que oferecem é imenso e capaz de revolucionar a nossa saúde, beleza e níveis de energia.
Os benefícios que um único copo de batido verde oferece são muitos:
1. MAIS ENERGIA VITAL
2. MANEIRA FÁCIL E RÁPIDA DE OBTER UMA ALTA CONCENTRAÇÃO EM NUTRIENTES
3. CABELO E UNHAS FORTES E SAUDÁVEIS
4. PELE JOVEM, LISA E BRILHANTE
5. BARRIGA LISA E SEM INCHAÇO
6. CORPO “LIMPO” E DESINTOXICADO
7. CORPO SAUDÁVEL E CHEIO DE ENERGIA
Preparar batidos verdes é fácil. No entanto, é muito importante que tenhas em conta certos princípios, tais como:
Mistura alimentos que combinem entre si a nível digestivo, tais como fruta e folhas verdes (evita adicionar oleaginosas, frutos secos e cereais);
Evita colocar demasiados ingredientes, uma vez que requererá mais energia para digerir. Simplicidade é sempre o segredo;
Coloca os alimentos mais fáceis de triturar (como espinafres, banana, abacate, rebentos) em primeiro lugar e os mais duros em seguida (maçã, ananás, pêra);
Adiciona sempre umas gotas de limão, uma vez corta o sabor das folhas verdes;
Procura que a relação entre vegetais e fruta seja semelhante;
Tenta utilizar sempre frutas e vegetais biológicos;
Utiliza uma boa liquidificadora para que o batido fique bem cremoso. Eu já comecei com os meus batido ao pequeno almoço, sinto-me bem e saciada, so não saiu tão cremoso como eu esperava. Tenho que fazer mais testes.
Hoje fiz um batido com : espinafres, linhaça, aveia, morangos, banana e leite de soja.
Bom apetite!
sexta-feira, 18 de maio de 2018
quinta-feira, 17 de maio de 2018
Casa nova
Em 2002 compramos uma casa. A nossa casa.
Começou ali, naquelas paredes uma historia de "era uma vez". Paredes em branco com espaço para momentos felizes, muitas gargalhadas, muitos sorrisos.
A nossa casa é o nosso mundo, é a nossa fortaleza, tem o nosso cheiro e a nossa vida. Cada canto tem uma historia, os roda pés roídos do cão, o risco na parede que o pequeno fez, o chão solto das bolas que se chutam lá dentro, a parede arranhada pela cama, o armário empenado porque não o montamos bem.
A nossa casa foi ficando pequena, a família cresceu, os pertences também. Chegou o momento de procurar um novo ninho, maior, com sol e cores claras.
A mudança é assustadora pelo trabalho que dá e pelos novos ares, mas somos felizes juntos, aqui e em qualquer lugar.
Começou ali, naquelas paredes uma historia de "era uma vez". Paredes em branco com espaço para momentos felizes, muitas gargalhadas, muitos sorrisos.
A nossa casa é o nosso mundo, é a nossa fortaleza, tem o nosso cheiro e a nossa vida. Cada canto tem uma historia, os roda pés roídos do cão, o risco na parede que o pequeno fez, o chão solto das bolas que se chutam lá dentro, a parede arranhada pela cama, o armário empenado porque não o montamos bem.
A nossa casa foi ficando pequena, a família cresceu, os pertences também. Chegou o momento de procurar um novo ninho, maior, com sol e cores claras.
A mudança é assustadora pelo trabalho que dá e pelos novos ares, mas somos felizes juntos, aqui e em qualquer lugar.
quarta-feira, 16 de maio de 2018
Relembrar é viver
Parker Lewis (ou Parker Lewis can't lose) foi uma série para adolescentes, divertida, interessante e até com um toque de surrealismo e foi um dos programas mais marcantes da década de 90. A série foi transmitida pela TVI no seu começo e marcou a adolescência de muita gente com as roupas espalhafatosas, mensagens sublimares, elenco com carisma e muita diversão à mistura, eram a receita para um programa de sucesso um pouco por todo o mundo.
A série desenrolava-se no liceu de São Domingo na década de 90, com os vestígios dos anos 80 ainda bem presentes em muitos aspectos da série nomeadamente nas roupas que eram super coloridas e espalhafatosas.
O protagonista da série era Parker Lewis (Corin Nemec), um jovem popular que gostava de desfrutar da adolescência como poucos e que nos narrava as suas aventuras neste liceu. Parker vivia com os seus pais, "Marty" e Judy Lewis que eram proprietários de um videoclube, e com a sua pequena irmã Shelly Lewis, uma das suas maiores inimigas e com a qual estava constantemente a lutar. Na escola andava sempre acompanhado pelos seus dois grandes amigos, Mikey Randall e Jerry Steiner , que eram bastante diferentes um do outro, enquanto que um era todo rebelde e preferia mais andar de mota e ouvir música rock do que estudar, o outro era um pequeno génio, que ansiava pela atenção dos outros e que tinha todo o tipo de coisas dentro do seu sobretudo.
A protagonizar a série tínhamos ainda a maior inimiga de Lewis, a directora da escola Grace Musso, que queria por tudo expulsá-lo do liceu e não suportava a sua forma de estar e de ser, era também conhecida pelos seus gritos estridentes que partiam os vidros da sua porta a toda a hora. Ela era acompanhada por um rapaz maligno com um ar gótico-vampiresco, Frank Lemmer, que conseguia se teleportar quando queria e era extremamente fiel a Musso.
Era impossível não nos divertirmos a ver esta série, a constante subversão de Lewis às ordens da directora, os seus esquemas para tramar a irmã ou escapar dos seus deveres escolares ou então para fugir de, ou pedir ajuda a, outra personagem importante no liceu, o do enorme Kubiak (Abraham Benrubi), terminavam sempre numa boa gargalhada.
A série desenrolava-se no liceu de São Domingo na década de 90, com os vestígios dos anos 80 ainda bem presentes em muitos aspectos da série nomeadamente nas roupas que eram super coloridas e espalhafatosas.
O protagonista da série era Parker Lewis (Corin Nemec), um jovem popular que gostava de desfrutar da adolescência como poucos e que nos narrava as suas aventuras neste liceu. Parker vivia com os seus pais, "Marty" e Judy Lewis que eram proprietários de um videoclube, e com a sua pequena irmã Shelly Lewis, uma das suas maiores inimigas e com a qual estava constantemente a lutar. Na escola andava sempre acompanhado pelos seus dois grandes amigos, Mikey Randall e Jerry Steiner , que eram bastante diferentes um do outro, enquanto que um era todo rebelde e preferia mais andar de mota e ouvir música rock do que estudar, o outro era um pequeno génio, que ansiava pela atenção dos outros e que tinha todo o tipo de coisas dentro do seu sobretudo.
A protagonizar a série tínhamos ainda a maior inimiga de Lewis, a directora da escola Grace Musso, que queria por tudo expulsá-lo do liceu e não suportava a sua forma de estar e de ser, era também conhecida pelos seus gritos estridentes que partiam os vidros da sua porta a toda a hora. Ela era acompanhada por um rapaz maligno com um ar gótico-vampiresco, Frank Lemmer, que conseguia se teleportar quando queria e era extremamente fiel a Musso.
Era impossível não nos divertirmos a ver esta série, a constante subversão de Lewis às ordens da directora, os seus esquemas para tramar a irmã ou escapar dos seus deveres escolares ou então para fugir de, ou pedir ajuda a, outra personagem importante no liceu, o do enorme Kubiak (Abraham Benrubi), terminavam sempre numa boa gargalhada.
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