terça-feira, 24 de julho de 2018
segunda-feira, 23 de julho de 2018
Comprar ou arrendar, eis a questão!
Quando se pensa em mudar de casa é sempre esta a questão que surge. Comprar ou arrendar?
Estando eu nessa situação, tenho-me dedicado com o meu marido em ver qual a melhor opção a tomar.
Ambas tem prós e contras mas é necessário ponderar bem antes de qualquer decisão.
Estamos numa fase má para comprar imóveis em Portugal, as casas estão caríssimas e os bancos não emprestam dinheiro como antigamente. Os Spreads são altos e as condições difíceis.
Enquanto que antigamente os bancos emprestavam a totalidade do custo do imóvel, hoje emprestam apenas 85% tendo o comprador que ter o restante para dar ou contrair um outro empréstimo (credito pessoal) á parte para cobrir esse montante.
Depois é andar a pagar durante 30 anos pelo menos, maximo 40 dependendo da idade. É claro que pagas por algo que depois vai ser teu eventualmente, mas estás ali presa, perdes a mobilidade de mudar caso encontres algo melhor ou mais apelativo. Ao fim ao cabo pagas ao banco 3 casas e só compraste uma. Depois há as taxas, e os seguros, e as obras, e as avarias, e os condomínios e o IMI e o diabo a quatro.
Acho que isso de comprar casa é uma coisa muito portuguesa. Temos aquela necessidade do sentimento de posse, de sermos donos de qualquer coisa. No estrangeiro praticamente ninguém tem casa própria, o normal mesmo é arrendar e ir ajustando a vida da maneira que mais convém. O arrendamento é visto como uma coisa perfeitamente banal.
Ás vezes ponho-me a pensar em qual será a maior vantagem de ter casa própria? Deixar património aos filhos?
Pois, a ideia até é bonita na teoria, mas os filhos quando morreres querem é dinheirinho no banco e a primeira coisa que fazem é vender a casa que os pais lhe deixam. Há excepções mas é assim que acontece a maior parte das vezes.
Por isso, penso que para já, iremos optar por arrendar, uma casinha linda e à nossa medida. Não há muito mercado imobiliário em Portugal é verdade, mas tenho fé que apareça algo.
Se acho que é dinheiro deitado fora? Não. Sinto que estou a pagar por um serviço como outro qualquer.
Claro que se um dia encontrarmos uma casa mesmo espectacular que nos fique em conta e que a conjuntura actual ajude, compramos, mas não é coisa que me tire o sono.
O arrendamento permite-te a mobilidade de quando a casa onde estas já não te servir, mudas e acabou. Ou para uma maior porque tiveste mais um filho, ou para uma mais pequena porque o rapaz foi para a universidade e estais os 2 sozinhos.
Mas claro, cada um tem a sua opinião e é uma questão de fazer contas e de avaliar critérios, necessidades e prioridades.
Acredito que ainda há um certo estigma em relação ao arrendamento, como se quem vive numa casa arrendada seja um zé ninguém que não tem onde cair morto. É só uma opção, tão viável como outra qualquer.
Estando eu nessa situação, tenho-me dedicado com o meu marido em ver qual a melhor opção a tomar.
Ambas tem prós e contras mas é necessário ponderar bem antes de qualquer decisão.
Estamos numa fase má para comprar imóveis em Portugal, as casas estão caríssimas e os bancos não emprestam dinheiro como antigamente. Os Spreads são altos e as condições difíceis.
Enquanto que antigamente os bancos emprestavam a totalidade do custo do imóvel, hoje emprestam apenas 85% tendo o comprador que ter o restante para dar ou contrair um outro empréstimo (credito pessoal) á parte para cobrir esse montante.
Depois é andar a pagar durante 30 anos pelo menos, maximo 40 dependendo da idade. É claro que pagas por algo que depois vai ser teu eventualmente, mas estás ali presa, perdes a mobilidade de mudar caso encontres algo melhor ou mais apelativo. Ao fim ao cabo pagas ao banco 3 casas e só compraste uma. Depois há as taxas, e os seguros, e as obras, e as avarias, e os condomínios e o IMI e o diabo a quatro.
Acho que isso de comprar casa é uma coisa muito portuguesa. Temos aquela necessidade do sentimento de posse, de sermos donos de qualquer coisa. No estrangeiro praticamente ninguém tem casa própria, o normal mesmo é arrendar e ir ajustando a vida da maneira que mais convém. O arrendamento é visto como uma coisa perfeitamente banal.
Ás vezes ponho-me a pensar em qual será a maior vantagem de ter casa própria? Deixar património aos filhos?
Pois, a ideia até é bonita na teoria, mas os filhos quando morreres querem é dinheirinho no banco e a primeira coisa que fazem é vender a casa que os pais lhe deixam. Há excepções mas é assim que acontece a maior parte das vezes.
Por isso, penso que para já, iremos optar por arrendar, uma casinha linda e à nossa medida. Não há muito mercado imobiliário em Portugal é verdade, mas tenho fé que apareça algo.
Se acho que é dinheiro deitado fora? Não. Sinto que estou a pagar por um serviço como outro qualquer.
Claro que se um dia encontrarmos uma casa mesmo espectacular que nos fique em conta e que a conjuntura actual ajude, compramos, mas não é coisa que me tire o sono.
O arrendamento permite-te a mobilidade de quando a casa onde estas já não te servir, mudas e acabou. Ou para uma maior porque tiveste mais um filho, ou para uma mais pequena porque o rapaz foi para a universidade e estais os 2 sozinhos.
Mas claro, cada um tem a sua opinião e é uma questão de fazer contas e de avaliar critérios, necessidades e prioridades.
Acredito que ainda há um certo estigma em relação ao arrendamento, como se quem vive numa casa arrendada seja um zé ninguém que não tem onde cair morto. É só uma opção, tão viável como outra qualquer.
sexta-feira, 20 de julho de 2018
terça-feira, 17 de julho de 2018
Liberdade de ser quem és
Não é fácil viver em sociedade. É cansativo quando optamos por passar a vida a tentar arranjar desculpas por termos qualidades ou características que os outros não têm.
Toda a gente devia perceber que é mesmo assim, não somos todos iguais. No que me diz respeito, já não me desculpo, sou o que sou e quem gosta tudo bem, quem não gosta paciência.
Desde pequena que sempre tive muita atenção, considero-me uma pessoa divertida e tive a felicidade de sempre fazer facilmente amizades. Umas revelaram-se sérias e importantes outras não. Com o passar dos anos, entendi que a admiração e a inveja andam de mãos dadas.
Eu nunca tive aquela beleza estonteante de fazer parar o transito, mas vejo que isso não é nada. No mundo em que vivemos, um brinco, um anel, a família que tens ou o teu status são muitas vezes o motivo do incomodo.
Eu compreendo que deve ser difícil ver em alguém, com tanta facilidade e naturalidade, ter algo que sempre se desejou e nunca se conseguiu.O que temos ou o que somos, ou ainda, o que fazemos, pode ser motivo de perturbação, para quem nos observa.
Não considero ninguém menor que eu, mas estou cansada de quem se incomoda tanto comigo. Hoje até me da gosto, porque realmente devo ser muito importante.
Escolho a minha liberdade, a liberdade de ser o que sou, ter o que tenho, gritar bem alto quem é a minha família. Tenho orgulho. Estou longe de ser perfeita. Tenho defeitos e dores escondidas, mas sou o que sou. Decido não me esconder mais, escolho ser livre.
Toda a gente devia perceber que é mesmo assim, não somos todos iguais. No que me diz respeito, já não me desculpo, sou o que sou e quem gosta tudo bem, quem não gosta paciência.
Desde pequena que sempre tive muita atenção, considero-me uma pessoa divertida e tive a felicidade de sempre fazer facilmente amizades. Umas revelaram-se sérias e importantes outras não. Com o passar dos anos, entendi que a admiração e a inveja andam de mãos dadas.
Eu nunca tive aquela beleza estonteante de fazer parar o transito, mas vejo que isso não é nada. No mundo em que vivemos, um brinco, um anel, a família que tens ou o teu status são muitas vezes o motivo do incomodo.
Eu compreendo que deve ser difícil ver em alguém, com tanta facilidade e naturalidade, ter algo que sempre se desejou e nunca se conseguiu.O que temos ou o que somos, ou ainda, o que fazemos, pode ser motivo de perturbação, para quem nos observa.
Não considero ninguém menor que eu, mas estou cansada de quem se incomoda tanto comigo. Hoje até me da gosto, porque realmente devo ser muito importante.
Escolho a minha liberdade, a liberdade de ser o que sou, ter o que tenho, gritar bem alto quem é a minha família. Tenho orgulho. Estou longe de ser perfeita. Tenho defeitos e dores escondidas, mas sou o que sou. Decido não me esconder mais, escolho ser livre.
segunda-feira, 16 de julho de 2018
Relembrar é viver
Modelo e Detective.
Durante cinco temporadas, nos anos 80, eles pareciam a dupla perfeita na televisão. Uma serie bem escrita, com comédia que fazia com que nos divertíssemos muito a vê-la. Contudo, e depois de anos de sucesso, surgiu o boato que quando as câmaras paravam de filmar, o ambiente no estúdio transformava-se em pesadelo. Bruce Willis e Cybill Shepherd mal olhavam um para o outro.
No último
ano, 1989, o declínio de “Modelo e Detective” foi inevitável. Willis
estava a digerir o sucesso de “Assalto ao Arranho-Céus”, Cybill Shepherd
tinha acabado de ser mãe de gémeos e ambos se tornaram incompatíveis.
Ficam as memórias dos anos de sucesso desta fantastica série. Quem lembra?
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