Na semana da Páscoa, era usual a RTP passar a semana toda filmes da Biblia, e da vida Jesus.
Eu confesso que adorava. Lembro-me que estava de ferias e ficava horas em frente é TV a ver esses filmes.
Um dos maiores
épicos de todos os tempos, Os Dez Mandamentos de Cecil B. DeMille, é um clássico de cinema,
um dos mais bem sucedidos de todos os tempos e ainda hoje é um dos
melhores filmes do género. A historia centra-se na vida de
Moisés, onde nos mostra como foi o seu encontro com Deus e como liderou o seu povo,
então escravos do Faraó, até a liberdade.
Com mais de três horas, tornou-se mesmo assim um sucesso de bilheteira, e
foi nomeado para sete Óscares, tendo vencido o de melhores efeitos
visuais.
Uma das cenas mais marcantes claro, é a divisão do mar para passar o seu povo. Alguem se lembra?
quinta-feira, 16 de agosto de 2018
quarta-feira, 15 de agosto de 2018
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
Das doenças
Sabem quando a preocupação é tanta que nem conseguimos chorar? Apenas
aparece aquele formigueiro na ponta dos dedos e a dor de barriga?
Há muito que não sentia isso, mas ontem senti. Estava assim desde manhã. Há espera da resolução de um problema de saúde e a certeza de um diagnóstico.
Ás vezes dou comigo a pensar que envelhecer não é triste, eu não encaro assim.
Envelhecer faz parte da vida, é um processo pelo qual passamos todos e, sem querer mesmo parecer cliché, acho mesmo que é uma questão de como a gente encara o envelhecimento.
Triste são as doenças. Essas sim, que maltratam e transformam. Nunca ninguém sabe a maneira perfeita de lidar com a doença, seja nossa, seja dos nossos. Cada um lida como pode e como sabe. E essas sim, as doenças, são más, sugam, corroem, anulam.
É costume dizer-se que nada nos prepara para sermos pais, que vamos aprendendo depois com a vida a sermos pai e mãe. Mas na realidade também ninguém nos prepara para sermos filhos de pais envelhecidos e doentes.
Fazemos o que podemos, um dia de cada vez e criamos memórias que ficarão nos nossos corações.
Há muito que não sentia isso, mas ontem senti. Estava assim desde manhã. Há espera da resolução de um problema de saúde e a certeza de um diagnóstico.
Ás vezes dou comigo a pensar que envelhecer não é triste, eu não encaro assim.
Envelhecer faz parte da vida, é um processo pelo qual passamos todos e, sem querer mesmo parecer cliché, acho mesmo que é uma questão de como a gente encara o envelhecimento.
Triste são as doenças. Essas sim, que maltratam e transformam. Nunca ninguém sabe a maneira perfeita de lidar com a doença, seja nossa, seja dos nossos. Cada um lida como pode e como sabe. E essas sim, as doenças, são más, sugam, corroem, anulam.
É costume dizer-se que nada nos prepara para sermos pais, que vamos aprendendo depois com a vida a sermos pai e mãe. Mas na realidade também ninguém nos prepara para sermos filhos de pais envelhecidos e doentes.
Fazemos o que podemos, um dia de cada vez e criamos memórias que ficarão nos nossos corações.
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