sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Tal Pai, tal Filho?

Frase feita, mas bem verdade. Os pais são os exemplos dos filhos. Não só em palavras, mas em atitudes e personalidade.
As crianças criam hábitos de acordo com o que vêem ou aprendem, por isso, muito se fala em dar um “bom exemplo”. Mas, o que é um “bom exemplo”?
Um “bom exemplo” é aquele que é dado de forma falada e também com atitudes. O que adianta os pais dizerem aos filhos para serem trabalhadores se os pais estão em casa o dia todo a viver de uma pensão de desemprego e não lutam por nada? Que adianta pedires ao teu filho para não gritar, se o pedes a ele isso, em BERROS? Que adianta dizeres ao teu filho que é errado mentir, se ele te vê a mentir a alguém? Qua adianta pedires ao teu filho que lave os dentes todos os dias, se tu não o fazes?
Os valores são passados de pais para filhos. As crianças estão muito atentas as nossas atitudes e repetem o que fazemos.
Além disso, do que lhes transmitimos, também a nossa personalidade, mesmo que não o queiramos, se vai transportar para eles. Se és uma mãe medrosa, insegura, o teu filho poderá também se sentir inseguro. Se és nervosa, histérica, o teu filho poderá ser também. Assim como se és uma pessoa determinada, confiante e segura de ti, esses valores também passam para a criança, que funciona praticamente como uma esponja a absorver tudo á sua volta.
É importante perceber que as crianças também tem a sua própria personalidade, mas são os pais os responsáveis por incutir valores, independência e auto estima para que eles tenham a segurança e confiança que muitas vezes nos falta a nós.

Porque hoje é sexta feira

                         Quem gosta do fim de semana põe o dedo no ar!!!!

 


quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Reiki - Convite á felicidade

Tive uma fase da minha vida em que estava á procura de mim.
Basicamente procurava em mim a pessoa adulta que eu era, mas que não conseguia encontrar.
Não sei bem como, o Reiki entrou na minha vida. Penso que alguém me falou e acabei por encontrar uma mestra de Reiki e comecei a ir a algumas sessões.
Matriculei-me num curso de primeiro nível e entrei assim no mundo da meditação, da respiração pausada e calma, dos 5 princípios.
O Reiki ajudou-me essencialmente a acalmar. Eu andava sempre nervosa, stressada, e aprendi a parar, a respirar e a aceitar.
Adoraria ter continuado e confesso que hoje sinto falta desse lado espiritual na minha vida, desse lado em que concentramos as energias apenas para o que nos é essencial.
Essencialmente o Reiki é considerado um método de captação de energias. Uma terapia energética. Tudo á nossa volta tem energia, as pessoas, as plantas, os espaços, ... no Reiki, captas essa energia e canalizas esse fluxo que  não só vai permitir manter a saúde do corpo e da mente como promover a cura de qualquer desequilíbrio ou doença.
A minha Mestra, por algum motivo que ainda não percebi, a certa altura começou a misturar tudo. Senti necessidade na altura de me afastar, porque já não me estava a identificar com o que ela queria transmitir do Reiki. Para ela Reiki era como a  Religião. Reiki passou a ser Jesus, meditávamos com Jesus, com anjos, tudo agora era para ela, relacionado com Deus e Jesus.
Sou católica, tenho fé e acredito em Deus, mas Reiki é outra coisa.
E eu sinto falta disso.


quarta-feira, 17 de outubro de 2018

A ternura dos 40

Por estes dias fiz 40 anos.    
Qua - ren - ta.
Não me sinto com esta idade, ainda preciso de muita coisa. Ainda tenho que aprender muita coisa.
Quarenta anos tinham os nossos pais quando eu era adolescente, era assim uma idade de meio termo, a idade das mães.

Mas olhando em retrospectiva, acho que cheguei á melhor fase da minha vida.
Sinto-me mais madura, mais vivida, mais alerta. Sinto-me mais serena e dona de uma maior sabedoria. Tenho a energia da juventude e dizem que o charme feminino aos 40 está no seu auge.
Com o filho um pouco mais crescido, começo a ter agora mais tempo para mim e para o meu marido.
É uma idade em que há um longo percurso para trás,  mas em compensação também há todo um leque de oportunidades e vida pela frente. Existe mais carisma, maior auto-confiança e os julgamentos da sociedade deixam de ser importantes. Sinto-me mais forte, a ser dona dos meus passos e a começar a saber balancear o equilíbrio que preciso para ser feliz.
Aprendi a parar e a respirar. A saber viver as coisas boas da vida sem pressas. Dou mais valor à saúde, penso mais a longo prazo.
Sim, sou uma quarentona e sou feliz.