sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Da gente que nos rodeia

Costumo dizer que lido com muita gente burra.
No trabalho, nas amizades, no supermercado, na rua.
Não me acho melhor nem pior que ninguém, mas para mim há mínimos. Estou cansada de palavras pobres e más atitudes.
Com a chegada do fim do ano, e aquela retrospectiva normal do ano que acaba, é o momento em que me viro um pouco mais para dentro de mim própria e faço uma analise.
Estou cansada de familiares críticos e  metidos, estou cansada das invejas, da má disposição, da falta de humor.
Estou cansada de palavras vazias. De  amigos que que me falham, que só me ligam quando precisam de alguma coisa, ou de quando não têm mais nada para fazer, dos que acham que só os filhos deles são importantes.
Cansada das pessoas que não são simpáticas, amáveis. Cansada de gente histérica e presunçosa.
Ao mesmo tempo estou feliz, de ser como sou. Cada vez mais faço o que quero, quando quero e apenas com quem quero.

Porque hoje é sexta feira


quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Viciadíssima

Pois, meti a Netflix.
Óptima, rápida e que dá para descarregar episódios ou filmes para depois ver sem net. Uma maravilha realmente.
Para já,  comecei por ver uma serie em que rapidamente fiquei viciada. Doctor Foster.
Gemma Foster tem uma vida óptima. Ela é médica numa clínica do interior da Inglaterra. Bonita, óptimo gosto. O marido, Simon, charmoso, trabalha bastante e é apaixonado pela esposa.
Têm um filho adolescente e uma vida aparentemente perfeita.
Possuem uma casa grande, vistosa, arrumada. Os amigos adoram o casal.
Agora imaginem essa vida tão perfeita deitada por água abaixo, quando de repente Gemma acidentalmente encontra um fio de cabelo loiro no cachecol do marido. Gemma fica a desconfiar que ele a trai. Depois disso é uma espiral de ódio, loucura e obsessão.Será que ele a trai mesmo ou estará ela a ficar louca?



Já cheira a Natal

Muita gente já está a respirar o espírito natalício. Eu estou agora a começar a entrar nesses espírito e já transmiti ao meu filho o que é isso do espírito de Natal.
Todos os pais têm o dever de explicar aos filhos que o suposto espírito de Natal não vem num embrulho, num presente. Não vou discutir o aproveitamento comercial da quadra, porque desde que me lembro que é assim.
Quando era pequena também eu vibrava com o aglomerado de presentes à volta do pinheiro nas vésperas de Natal. Lembro-me como se fosse hoje, de ir la cuscar, cheirar e tentar descobrir o que eram os presentes com o meu nome.
Os presentes fazem parte e torna o Natal mais mágico, mas verdadeiramente, do Natal devemos aproveitar a presença da família, a refeição demorada e o olhar alouco das crianças sobre os embrulhos.
Em nossa casa, o nosso papel de pais vai muito para além da loucura desta quadra. É nosso dever dar ao nosso filho o maior presente do mundo: os valores certos. E isso, acho que o fazemos muito bem.