O síndrome de filho único é difícil de gerir.
Para os nossos pais, seremos sempre os únicos, os primeiros, os centros das atenções.
Todos os desejos, orgulhos, medos, todos os olhares e toda a expectativa se vira para nós.
Somos os que abrimos a porta do conhecimento deles a todos os temas: à puberdade, adolescência, juventude.
Todas as nossas decisões que não se coadunem com o que eles acreditam que está correcto, vai ser uma tempestade. Não há mais ninguém a ajudar a compreender, não há um irmão que já tenha passado por isso.
E é aqui que as decisões que tomamos se podem tornar difíceis para eles.
Temos que ter paciência e compreender que para nós é tudo novo, mas para eles... também!
quinta-feira, 13 de junho de 2019
quarta-feira, 12 de junho de 2019
Dos meus dias
Os meus dias andam numa correria. Que bom!
Entre o trabalho, levar o meu filho aos compromissos dele e os meus treinos, os dias passam a correr.
Ando mais cansada é verdade, o corpo dói, mas vale a pena.
Vou ajustar a minha dieta com a minha nutricionista e vou continuar os meus treinos 3x por semana.
Acabo de chegar a casa. Estou cansada, ainda vou fazer o jantar e tratar de alguma roupa.
Tenho as pernas a doer e os braços a latejar do treino de ontem mas poucas são as coisas que me apetecem mais do que estar em casa com os meus, ao fim de um dia destes!
Entre o trabalho, levar o meu filho aos compromissos dele e os meus treinos, os dias passam a correr.
Ando mais cansada é verdade, o corpo dói, mas vale a pena.
Vou ajustar a minha dieta com a minha nutricionista e vou continuar os meus treinos 3x por semana.
Acabo de chegar a casa. Estou cansada, ainda vou fazer o jantar e tratar de alguma roupa.
Tenho as pernas a doer e os braços a latejar do treino de ontem mas poucas são as coisas que me apetecem mais do que estar em casa com os meus, ao fim de um dia destes!
sábado, 25 de maio de 2019
Series que valem mesmo a pena
Nao, não falo do Game of Thrones.
Devo ser das unicas pessoas á face da terra que não vê e nem tenho interesse em ver. Não me cativa nada e confesso que ando um pouco cansada de se falar nisso em todo o lado.
Depois da Dr. Foster na Netflix que já falei aqui, vejo agora a série The Act na HBO.
Uma assustadora história verídica que retrata a vida de Dee Dee e sua filha Gipsy.
Desde muito cedo que Gypsy percebeu que era doente. Asma, epilepsia, problemas de aprendizagem, distrofia muscular e uma leucemia na infância eram apenas alguns dos seus inúmeros problemas de saúde, a par da necessidade de andar de cadeira de rodas e de se alimentar através de um tubo. Tudo o que a jovem norte-americana queria era ser normal. Infelizmente, o seu corpo débil parecia negar-lhe isso.
Só que o seu corpo não era débil.
Devo ser das unicas pessoas á face da terra que não vê e nem tenho interesse em ver. Não me cativa nada e confesso que ando um pouco cansada de se falar nisso em todo o lado.
Depois da Dr. Foster na Netflix que já falei aqui, vejo agora a série The Act na HBO.
Uma assustadora história verídica que retrata a vida de Dee Dee e sua filha Gipsy.
Desde muito cedo que Gypsy percebeu que era doente. Asma, epilepsia, problemas de aprendizagem, distrofia muscular e uma leucemia na infância eram apenas alguns dos seus inúmeros problemas de saúde, a par da necessidade de andar de cadeira de rodas e de se alimentar através de um tubo. Tudo o que a jovem norte-americana queria era ser normal. Infelizmente, o seu corpo débil parecia negar-lhe isso.
Só que o seu corpo não era débil.
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