Como a história da Cláudia. Teve que deixar o seu país ainda pequena e tudo o que conhecia.
Viver uma nova vida, fazer amigos, crescer.
Sorriu finalmente, tem trabalho, casou e tem um filho.
A Cláudia tinha 30 e poucos anos quando lhe apareceu um cancro raro. Tratamentos e mais tratamentos e a superação. Pensavam eles.
Um cancro nunca se supera, nunca se pode dizer que venceste, vives um dia de cada vez e lutas. E ele voltou, agora bem mais forte e agressivo num pulmão. Dizem que eram metásteses do primeiro e em um mês a Cláudia faleceu. Deixou um marido, um filho, um pai, uma mãe....
Ficam as memórias, a historia e todos os momentos felizes que viveram. Vive nas histórias e em toda a gente que ela tocou.
Tenho muita pena do que ela não vai viver, mas sei que está bem, em Paz. E nunca a irei a esquecer.
quinta-feira, 31 de outubro de 2019
quarta-feira, 30 de outubro de 2019
Das desilusões
Paciência. Educação. Bondade. São algumas das qualidades que destingem as boas pessoas. Elas existem, mas há muito poucas.
Tenho para mim que muita gente anda camuflada. Que a vida enquanto lhes corre bem, são simpáticas, assertivas e até pessoas porreiras e de repente quando a vida não joga as cartas que elas esperam, essas pessoas revelam-se e aí devemos contar até dez. Inspirar e expirar.
Quem sabe fugir porta fora para não perder o controle e a razão. Muitas vezes engolir as palavras que nos crescem na garganta e a revolta que inunda o nosso coração.
Há momentos para enfrentar situações que nos magoam, há momentos para virar costas e manter o silencio (que ás vezes é o melhor a fazer), há momentos em que nos fechamos no carro e apetece gritar, há momentos em que as lágrimas caem com a desilusão. Depois há os momentos, mais acertados, em que percebemos que há quem não mereça essa nossa reacção. Que estávamos enganados, que esperamos demasiado. Percebemos que afinal as pessoas não são o que pensávamos, são pessoas incompatíveis, pessoas más de espírito, sem educação e pior que tudo isso, sem respeito por nós.
Percebemos que são pessoas que não podem fazer parte do mundo que idealizamos para nós e aí, vem a parte de libertar. Deixar ir o que não nos faz bem.
Tenho para mim que muita gente anda camuflada. Que a vida enquanto lhes corre bem, são simpáticas, assertivas e até pessoas porreiras e de repente quando a vida não joga as cartas que elas esperam, essas pessoas revelam-se e aí devemos contar até dez. Inspirar e expirar.
Quem sabe fugir porta fora para não perder o controle e a razão. Muitas vezes engolir as palavras que nos crescem na garganta e a revolta que inunda o nosso coração.
Há momentos para enfrentar situações que nos magoam, há momentos para virar costas e manter o silencio (que ás vezes é o melhor a fazer), há momentos em que nos fechamos no carro e apetece gritar, há momentos em que as lágrimas caem com a desilusão. Depois há os momentos, mais acertados, em que percebemos que há quem não mereça essa nossa reacção. Que estávamos enganados, que esperamos demasiado. Percebemos que afinal as pessoas não são o que pensávamos, são pessoas incompatíveis, pessoas más de espírito, sem educação e pior que tudo isso, sem respeito por nós.
Percebemos que são pessoas que não podem fazer parte do mundo que idealizamos para nós e aí, vem a parte de libertar. Deixar ir o que não nos faz bem.
terça-feira, 29 de outubro de 2019
Outono
Confesso que gosto do Outono. A maior parte das pessoas não concordará comigo, mas gosto de voltar ás botas, aos casacos. Não gosto de chuva, mas gosto dos dias mais fresquinhos, para dormir bem abraçada e quentinha.
As camisolas de malha, calças e casacos mais grossos entram novamente no armário e voltam a fazer parte das roupas a pensar para o meu dia-a-dia. Adoro sentir-me bonita com uma boa bota até ao joelho e um bom casaco. Até me consigo sentir confiante quando saio da minha zona de conforto e uso um vestido, que habitualmente não é o que eu escolheria. E adivinhem? Ando a adorar. Apetece-me comprar mais vestidos, começar a vestir de uma maneira diferente!!
As camisolas de malha, calças e casacos mais grossos entram novamente no armário e voltam a fazer parte das roupas a pensar para o meu dia-a-dia. Adoro sentir-me bonita com uma boa bota até ao joelho e um bom casaco. Até me consigo sentir confiante quando saio da minha zona de conforto e uso um vestido, que habitualmente não é o que eu escolheria. E adivinhem? Ando a adorar. Apetece-me comprar mais vestidos, começar a vestir de uma maneira diferente!!
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