sexta-feira, 24 de janeiro de 2020
quarta-feira, 22 de janeiro de 2020
A vida começa aos 40
Sempre ouvi isto, toda a minha vida.
Desde pequena que os meus pais o diziam e eu sempre achei que era a maneira deles não se acharem velhos!?
A verdade é que chegou a minha vez e agora, já a caminho dos 42 vejo que essa afirmação nunca fez tanto sentido! Não é cliché.
Aos 40 temos uma visão completamente diferente do mundo, da vida, dos problemas e das escolhas. Sentimos uma certa urgência em reavaliar a vida e o caminho que estamos a seguir.
A maturidade que temos aos 40 anos já tem uma certa bagagem, já fizemos muitas asneiras, já fizemos boas e más escolhas e já aprendemos muito o que nos leva a entender com clareza que por vezes carregamos ás costas uma "caixa" emocional cheia de coisas inúteis e pesadas e é tempo de a esvaziar.
É o momento de pensar mais em nós, em cuidarmo-nos, em ser sinceros, puros e transparentes. O tempo de viver para agradar tem que ir embora. Eu descobri que o mundo é meu. Eu sou importante.
Mereço toda a reciprocidade do que ofereço aos outros, do que dou de mim, parei de aceitar menos do que aquilo que acho que mereço, não aceito mais do que aquilo que posso fazer, nem dou mais sorrisos amarelados.
Aprendi a amar-me e aceitar-me como nunca me aceitei, passei a achar-me cada vez mais bonita e interessante. Hoje sinto-me poderosa.
Precisei desculpar-me por todas as vezes que falhei e por todas as vezes que deixei que me magoassem. Abandonei culpas e aceitei.
O mundo é meu, encontrei-me aos 40 e não me vou perder.
Desde pequena que os meus pais o diziam e eu sempre achei que era a maneira deles não se acharem velhos!?
A verdade é que chegou a minha vez e agora, já a caminho dos 42 vejo que essa afirmação nunca fez tanto sentido! Não é cliché.
Aos 40 temos uma visão completamente diferente do mundo, da vida, dos problemas e das escolhas. Sentimos uma certa urgência em reavaliar a vida e o caminho que estamos a seguir.
A maturidade que temos aos 40 anos já tem uma certa bagagem, já fizemos muitas asneiras, já fizemos boas e más escolhas e já aprendemos muito o que nos leva a entender com clareza que por vezes carregamos ás costas uma "caixa" emocional cheia de coisas inúteis e pesadas e é tempo de a esvaziar.
É o momento de pensar mais em nós, em cuidarmo-nos, em ser sinceros, puros e transparentes. O tempo de viver para agradar tem que ir embora. Eu descobri que o mundo é meu. Eu sou importante.
Mereço toda a reciprocidade do que ofereço aos outros, do que dou de mim, parei de aceitar menos do que aquilo que acho que mereço, não aceito mais do que aquilo que posso fazer, nem dou mais sorrisos amarelados.
Aprendi a amar-me e aceitar-me como nunca me aceitei, passei a achar-me cada vez mais bonita e interessante. Hoje sinto-me poderosa.
Precisei desculpar-me por todas as vezes que falhei e por todas as vezes que deixei que me magoassem. Abandonei culpas e aceitei.
O mundo é meu, encontrei-me aos 40 e não me vou perder.
terça-feira, 21 de janeiro de 2020
segunda-feira, 20 de janeiro de 2020
Memórias que ficam
Estas são as cores que ficam
mesmo que um dia deixemos de existir. Não há beleza que mostre tanta calma como um por do sol.
Podia ser uma pintura, mas é apenas
uma fotografia, tirada que poderia ser tirada com um qualquer telemóvel numa estrada qualquer no meio do nada. Podia ser à beira mar, podia ser no Alentejo, podia ser na cidade, uma beleza que nos corta a respiração e se instala na nossa memória. Memórias que ficam para sempre mesmo que daqui a bocado a imagem deixe de existir.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2020
Chuva de Inverno
Estamos no tempo da chuva, bem sei. Por vezes chove torrencialmente, por vezes temos aquela chuvinha chata que cá no Norte chamamos de chuva "molha tolos".
Ontem, já de madrugada acordei com um imenso barulho. Na minha casa que é num ultimo andar, parecia que ia tudo abaixo. Era chuva. Uma chuva que primeiro começou com
pingos grossos e lentos, começou a cair rapidamente e em abundância.
Só gosto de chuva numa situação, que é quando estou em casa. E então se estiver na cama, adoro, fico ali sem voltar a adormecer só para a ouvir cair. Gosto do conforto de saber que os meus estão quentinhos na cama e que lá fora está frio e chuva.
Misturava-se o som da chuva com o barulho
dos carros que volta e meia passavam com a chegada da manhã.
De manhazinha já não chovia, estava aquele cheiro a terra molhada,
que eu acho um dos melhores cheiros do mundo. O ar fresco, frio, os carros todos molhados, as pessoas nas suas tarefas, o transito, os guarda chuvas e o mundo a acordar. A chuva vem, a chuva vai, e a vida continua.
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