domingo, 5 de novembro de 2017

Aos Domingos uma receita

Boolachas de Banana e Aveia

Ingredientes:—180 a 200 gramas de flocos de aveia;

— Duas bananas;
— 35 gramas de óleo de coco derretido;
— 80 gramas de damasco seco demolhado e picado (ou tâmaras ou pepitas de chocolate);
— Canela (opcional).

Modo de preparação:

Comece por pré-aquecer o forno a 180 graus. Depois, esmague as bananas com um garfo. Numa tigela coloque a banana esmagada, o óleo de coco, os flocos de aveia e os damascos. Misture tudo.
Entretanto, forre um tabuleiro com papel vegetal. Depois, coloque porções da massa no tabuleiro com a ajuda de uma colher. Leve ao forno durante 15 a 20 minutos e deixe arrefecer antes de comer.
Dica: como a massa é pode ser mole é difícil moldar as bolachas com as mãos. Por isso, o melhor é colocar porções com a ajuda de uma colher e amassar ligeiramente com a ajuda de um garfo.

sábado, 4 de novembro de 2017

Fins de tarde


Amar... a mim!

Amar-se é cuidar de si mesmo.
É procurar dentro de si o que está a acontecer quando alguma coisa não vai bem. Conheça-se bem e trate de si.
Primeiro é preciso cuidar-se e não sentir culpa de ter chegado ao próprio limite. Não podemos viver a vida de outra pessoa e deixar a nossa para que outros a manipulem.
É preciso aprender a silenciar, a dizer não quando é preciso, é não dar ouvidos a quem apenas julga, é aprender a entender os próprios limites. É por pontos finais ou dar novas oportunidades quando merecidas.
Amar-se é, acima de tudo, valorizar-se, é acreditar na nossa competência como ser humano.
Haverá momentos em que não vamos estar bem, aí, o melhor é desacelerar e ir de encontro ao nos dá mais força. São horas de fechar certos ciclos, limar certas arestas e confrontar-se mais com a vida. Algumas dores serão inevitáveis, mas ame-se e posicione-se.
Procure alimento espiritual, procure a sua  cura. Recomece e, se preciso abra novas portas.
Ame os outros, amando-se sempre em primeiro lugar.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Da violência...

Acerca dos ultimos actos de violencia que vieram a publico, e como ainda não estava muito dentro do asunto, decido enveredar pelas redes sociais que a bem dizer são o que há de mais actualizado.
1 - Ligo-me ao Facebook;
2 - Pesquiso pelo Correio da Manhã
3 - Leio os comentários das notícias sobre violência
4 - Concentro-me bem no que estou a ler
5 - Fico sem palavras.
 
Chego à conclusão que muitos Portugueses pararam na pré-história. 
Para além de não saberem escrever, é só erros, a maior parte dos que escrevem é só machos, capazes de tudo e mais alguma coisa. Os homens gozam com a situação, já as mulheres bem protegidas atrás dos seus monitores ou telemóveis insultam tudo e todos do pioro.
Comentários inteligentes, bem fundamentados e verosímeis não os há.
 

Relembrar é viver

Hoje lembrei-me de um dos objectos que podíamos encontrar nas aulas de ginástica / educação física, no meu tempo de escola. O Plinto.
Este objecto era um bicho de sete cabeças para mim, sempre o odiei e sempre que podia fugia dele. Já no meu tempo era  pouco usado, dependia dos professores, mas mesmo assim recordo-me de ter aulas onde tinha que fazer o horrível salto por cima disto.
A altura daquilo podia ser ajustada, mas a maior parte dos professores gostava de complicar a coisa, e deixava aquilo de uma forma que era complicado para muitos de nós (Eu) efectuarem um salto em condições. Por norma, havia duas variantes, o irmos a correr, colocar as mãos em cima da almofada (cabeça) do Plinto, e saltar por cima deste, e a outra era dar uma cambalhota com o impulso da corrida.
Do outro lado estava quase sempre um colchão, que mais parecia um tapete, tal a sua grossura, e que não nos inspirava nenhuma confiança para aterrar. Não deixa saudades.