Ontem foi dia de avaliação na ginástica.
Ia nervosa, confesso. Penso que há sempre aquele receio de não ter emagrecido ou até de ter engordado e aquele pão seco que tenho comido ao lanche até me podia estar a prejudicar.
Lá fui para cima da balança e ela mostrou-me um lindo 59 ! Há 2 meses atrás pesava 61 Kg e estava a sentir-me péssima, disforme e pesada.
Para além de pesar ( e mais importante) fizemos a medição. Já aqui expliquei que muita gente vive presa ao numero que aparece na balança sem entender que quando treinamos, muito mais importante que a balança é o volume corporal, porque podemos não baixar o peso mas podemos estar a ganhar músculo e a perder matéria gorda!
Se há coisa de 1 mês eu estava contente porque tinha perdido 4cm de quadril, ontem vi que perdi outros 4, ou seja em 2 meses apenas perdi 8 cm de rabo.
Nas fotos que tiramos e agora comparando o antes e o depois, vê-se bem as gorduras laterais (os chamados pneus) que estão a desaparecer, a pele casca de laranja (gordura) que está bem mais lisa e todo o volume corporal que está aos poucos a desaparecer.
Não tenho palavras para expressar o quanto estou contente. Sei que não são números fabulosos mas são os meus, e aos poucos o meu corpo vai tomando uma nova forma, uma forma mais saudável e bem mais bonita!
quarta-feira, 8 de novembro de 2017
O trauma das roupas
Os dias mais frescos do Outono começam-se a
aproximar, e isso implica começar a deixar de lado a t-shirt, a camisa de manga curta e os vestidos leves de verão.
Depois começam a aparecer as montras das lojas, todas cheias de roupa quentinha, camisolas de lã, casacos, vestidos giríssimos, e a única coisa
que me impede de desatar a comprar roupa é não ter rios de dinheiro para gastar. Mas uma peçinha ou outra lá vem morar comigo.
Eu não
compro muita roupa, mas tenho muita roupa. Roupa que não uso. Calças que não visto á
coisa de 5 anos, camisolas que não saem da gaveta há mais de 7 anos. Coisas que já nem me servem ou que já nem se usa.
Eu bem tento
dar, não é
por falta de vontade que não dou mais, mas acho sempre que um dia
aquelas calças que não me servem ainda me vão servir. E
aquela camisola que é um horror mas que ainda se vai voltar a usar. E vou amontoando, juntando tudo até já não ter mais espaço no armário, acabando por me limitar a vestir quase sempre as mesmas peças.
A ver se é nesta mudança de estação que me dedico a escolher o que quero e o que não quero, e a finalmente me desprender de roupa que usei quando tinha 15 anos.Dias assim
Há dias em que andamos bem e parece que o mundo nos abraça. Dias bons, alegres e positivos.
Há dias em que andamos mal, apesar de os problemas dos outros serem mais graves e os nossos mais pequeninos. Há dias em que parece que vemos a vida de fora, sem intervenção, apaticamente.
Há dias em que a única coisa que precisamos, é de dormir!
Há dias em que andamos mal, apesar de os problemas dos outros serem mais graves e os nossos mais pequeninos. Há dias em que parece que vemos a vida de fora, sem intervenção, apaticamente.
Há dias em que a única coisa que precisamos, é de dormir!
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
Bebidas forçadas
A minha maior luta com a perda de peso, é sem duvida o facto de ter que beber mais água. O hábito de beber 1,5 a 2 litros por dia (recomendado) ainda não está enraizado e confesso que é uma coisa que me custa imenso.
Estou bem melhor do que há uns anos, em que conseguia passar quase um dia inteiro sem me lembrar ou sentir falta de beber água, hoje em dia bebo mais, consigo beber bem 1L por dia, mas mais do que isso tenho que me forçar mesmo muito. Há alturas em que corre melhor, outras nem tanto.
O truque que encontrei e que melhor resultou - e que continua a resultar - foi, em primeiro lugar, garantir que tenho sempre água ao pé de mim. Tenho sempre uma garrafa comigo na minha secretária, mas isso já falha ao fim de semana quando saio de casa que nunca levo água.
Assumo que sou preguiçosa, se não tiver água ou chá ao pé de mim torna-se muito mais complicado, quer seja porque simplesmente não me apetece ir buscar ou porque vou adiando a minha ida por estar a fazer outra coisa qualquer, ou até não bebo mesmo para não andar sempre a correr para a casa de banho.
Assim sendo, pelo menos á semana tenho sempre a garrafa ao pé de mim. Logo de manhã, ainda em casa, bebo uma garrafa de 33ml com chá de gengibre e limão ainda em jejum. Já não me custa nada, e depois durante a manhã já no trabalho, ponho a garrafa cheia em cima da secretária, e assim sei que tenho que beber pelo menos aquela água, o que também ajuda.
Estou bem melhor do que há uns anos, em que conseguia passar quase um dia inteiro sem me lembrar ou sentir falta de beber água, hoje em dia bebo mais, consigo beber bem 1L por dia, mas mais do que isso tenho que me forçar mesmo muito. Há alturas em que corre melhor, outras nem tanto.
O truque que encontrei e que melhor resultou - e que continua a resultar - foi, em primeiro lugar, garantir que tenho sempre água ao pé de mim. Tenho sempre uma garrafa comigo na minha secretária, mas isso já falha ao fim de semana quando saio de casa que nunca levo água.
Assumo que sou preguiçosa, se não tiver água ou chá ao pé de mim torna-se muito mais complicado, quer seja porque simplesmente não me apetece ir buscar ou porque vou adiando a minha ida por estar a fazer outra coisa qualquer, ou até não bebo mesmo para não andar sempre a correr para a casa de banho.
Assim sendo, pelo menos á semana tenho sempre a garrafa ao pé de mim. Logo de manhã, ainda em casa, bebo uma garrafa de 33ml com chá de gengibre e limão ainda em jejum. Já não me custa nada, e depois durante a manhã já no trabalho, ponho a garrafa cheia em cima da secretária, e assim sei que tenho que beber pelo menos aquela água, o que também ajuda.
Certezas....
Nada como passar um fim-de-semana sossegada, junto de quem mais amo para
me sentir como nova e (ainda mais) feliz e de bem com a vida!
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